Alerta: a telinha está roubando a capacidade de concentração de seu filho. Alívio: seu filho pode usar recursos digitais para desenvolver foco e concentração!f2f2cd_9d774d0068924152bbf99297781bf6da
E se você acha que  pode esperar até que chegue o momento de seu filho ir para a escola para que ele aprenda a se concentrar, está cometendo um engano. E as consequências virão como um bumerangue, tanto para você, responsável, como para seu filho.
Muitos dos problemas que a criança ou adolescente apresenta na relação com os estudos poderiam ser evitados se tivessem aprendido a se concentrar.
Sim, essa é uma habilidade que pode – e nos dias atuais, precisa – ser ensinada.  A tecnologia rouba a capacidade de concentração de nossos filhos. Tudo aquilo que adoramos em termos recursos hoje disponíveis no celular, tablet, computador ou mesmo na tv tem efeito colateral.
Não há dúvida de que é muito bom poder escolher a parte do desenho que mais atrai a atenção do seu filho e colocá-lo para passar naquele momento que você precisa de sossego. É uma ajuda e tanto deixar que a própria criança escolha repetir inúmeras vezes aquela música da Galinha Pintadinha, mesmo que ela nos persiga pelo dia todo, repetida em nossa mente. Todas as cores, sons e movimentos que tanto atraem nossas crianças acabam por se tornar o Plano A dos pais que precisam de um tempo para só para terminar aquela conversa, aquele relatório ou a refeição que seja!
Pura ilusão achar que não pagaremos um preço por esses minutos, ou horas, de sossego.
Aquilo que parece um alívio, pois seu filho fica ali queitinho enquanto você resolve a questão do momento, pode se transformar em uma conta muito alta, com juros exorbitantes a serem pagos não somente pelos pais, mas também pelos professores e, pior, pela própria criança.
É a simples e velha lógica do remédio e do veneno: a dose é que faz a diferença. Como nesse caso os efeitos colaterais aparecem distantes da sua causa, tanto no tempo como no espaço, torna-se quase impossível para as famílias perceberem a relação de causa e consequência  entre uso da tecnologia e baixa capacidade de concentração.
Mais que isso: como o “remédio”, no caso, a tecnologia, apresenta o efeito esperado instantaneamente, as doses vão sendo maiores. Primeiro é só uma música enquanto eu levo isso aqui no quarto. Depois é o vídeo repetido inúmeras vezes para que a criança coma toda a comida. Em seguida, mostram, admirados, como a criança já se anima ao ver o celular do pai ou ao ouvir a primeira nota da música. E assim aqueles trechos de vídeos ou games viram a salvação da pátria, o deus do sossego.
Um dos principais agentes prejudiciais está em uma palavra que usei logo acima: trecho!
Sim, as crianças assistem a trechos pequenos do mesmo desenho. Ouvem trechos das mesmas músicas. Jogam a mesma fase de um game para crianças, de preferência, aquela que é gratuita.
O que tem de errado nisso, você deve estar se perguntando. Ao longo de curto espaço de tempo, o cérebro de nossas crianças perde totalmente a capacidade de concentração para qualquer outra coisa que dure além do tempo da música ou trecho do desenho que ela assiste e game que joga.
Só que no dia a dia, a vida segue no ritmo frenético que impomos a nossos filhos hoje e, alguns anos ali na frente começam a surgir pais e responsáveis desesperados. Primeiro questionam o professor, a metodologia de ensino, a escola em si. Em seguida, partem em busca de um neuro ou psicopedagogo que resolva a dificuldade que seu filho está enfrentando na escola.
Uma criança saudável, capaz de conversar sobre assuntos que assustam a família, pronta para resolver as dificuldades dos pais com todos os aparelhos do mundo digital, com respostas incríveis naqueles momentos de sufoco em casa, mas que não consegue aprender a escrever. Que tem dificuldade nas operações matemáticas básicas. Que esquece se tem ou não tarefa. Que não lembra de entregar aos pais os comunicados da escola.
Sim, a escola ainda precisa se modernizar. Mas não podemos nos iludir: aprender vai sempre exigir concentração. Não há metodologia de ensino-aprendizagem que vá fazer um aluno aprender a ler, escrever, calcular, apreciar a boa literatura sem que o próprio aluno se concentre no momento da aprendizagem.
E seja no computador, no simulador, em uma nave espacial ou em uma aula tradicional, não haverá aprendizagem sem que aquele que está estudando consiga se dedicar ao conteúdo foco naquele momento.
Muitas pessoas têm a ilusão de que bastaria que a escola passasse a usar mais a tecnologia para que todos os alunos gostassem de estudar e aprendessem melhor. Infelizmente isso não é verdade. A tecnologia pode ajudar imensamente, mas somente o aprendiz consegue transformar em aprendizado o conteúdo que está sendo estudado. E isso não acontece sem concentração, seja qual for o meio utilizado.
Assim, voltamos ao remédio que se torna veneno: as doses exageradas ou não equilibradas de exposição à telinha acabam por se manifestar mais fortemente em forma de veneno no momento da aprendizagem formal.
E, neste exato momento, os pais têm a ideia genial: se não tirar nota boa na prova vai ficar sem celular, computador, tv ou videogame.
As dicas para ajudar seu filho a desenvolver a capacidade de concentração usando a tecnologia são:
– Para cada atividade online que ele gosta, reservar um tempo para representá-la no mundo real, de forma concreta, por exemplo, desenhar e/ou pintar os personagens da músicas prediletas.
  •        Imprimir carrinhos, bonecas, personagens de joguinhos online para serem recortados e manipulados em brincadeiras que envolvam outros objetos e brinquedos da criança.
  •        Reproduzir no mundo real os games que joga online, usando objetos, brinquedos ou materiais recicláveis.
– Assistir, na tv ou no cinema, capítulos completos de desenhos ou filmes com personagens que façam parte de jogos ou brincadeiras online.
A base de todas as dicas é transferir para o concreto aquilo que diverte no mundo digital, em momentos diferentes. O envolvimento no mundo real requer mais tempo, maior concentração, já que não há o “desfazer”, mas sim o “refazer” na vida real!
– Quando estiver no concreto, manter os equipamentos desligados, para que a criança aprenda que o ritmo e timing do mundo real são diferentes do virtual. Essa é a regra de ouro a ser seguida.
Dicas para ajudar seu filho a desenvolver a capacidade de foco e concentração

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11 ideias sobre “Dicas para ajudar seu filho a desenvolver a capacidade de foco e concentração

  • 18/12/2017 em 9:51 am
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    Boas dicas, hoje em dia com tanta distração como foi dito no artigo com celular etc…
    Fica cada vez mais complicado manter a criança em concentração nas suas tarefas como, as tarefinhas escolar em casa.
    Eu que o diga kkk

    Sou seguir algumas dessas dicas.

    Abraço.

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  • 18/12/2017 em 10:04 am
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    Confesso que é uma farefa muito difícil tirar o tablet do filho de 3 anos.

    Temo pelo desenvolvimento dele, pela facilidade de se destrair por essas tecnologias.

    Obrigado pelas as informações.

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  • 09/03/2018 em 11:09 am
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    Minha filha não é ligada à joguinhos online ou a TV, mas tem problemas para se concentrar e esquece facilmente tudo o que viu, ouviu, leu etc… isso twm inteferido no aprendizado em sala de aula. Me ajudem por favor. Raquel

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  • 09/03/2018 em 2:13 pm
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    A minha filha está com dificuldades de concentração, aprende fácil mas para do nada no meio das atividades, e fica pensando em outras coisas ou voando, quando a gente pergunta o que estava fazendo disse que se distraiu. O que eu faço ME AJUDE.

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  • 12/03/2018 em 1:47 pm
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    Estou tendo uma dificuldade muito grande com meu filho de 4 anos, acabo de ensinar as vogais por exemplo,quando chego na letra u e que vamo reiniciar ele já não lembra mas de nada,me dar um nervoso tão grande, olhando bem pra matéria que li,acho melhor diminuir o uso de celular e TB da tv, espero ter alguma resposta!!
    Obg

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    • 22/04/2018 em 9:37 pm
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      será que vc não ta indo rapido demais? dando ,uito conteudo de uma vez só e contando unicamente com a memoria e poucos recursos? de a ele letras para manusear de diferentes materiais. e trabalhe uma de cada vez… com musiquinhas, historinhas, jogos, desenhar no papel com dedos… desenhar na bandeija de areia, so parta para proxima quando ele estiver assimilado

      Resposta
  • 12/04/2018 em 6:10 pm
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    Meu filho de 4 anos não se concentra nos estudos logo no começo ele falava tudo hoje ele não sabe me apontar nem as vogais correta sabe dizer o ( a, e, i, o, u ) mais não sabe dizer qual é qual. Ele não presta atenção vc fala ele repete mais quando é pra ele mostrar a letra que pergunto ele não sabe falar. O que posso fazer? Alguma alternativa?

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    • 22/04/2018 em 9:45 pm
      Permalink

      será que vc não ta indo rapido demais? dando ,uito conteudo de uma vez só e contando unicamente com a memoria e poucos recursos? de a ele letras para manusear de diferentes materiais. e trabalhe uma de cada vez… com musiquinhas, historinhas, jogos, desenhar no papel com dedos… desenhar na bandeija de areia, so parta para proxima quando ele estiver assimilado
      nao esqueça que a idade idela para iniciar a alfabetização é 6 anos, antes só familiarização atraves do ludico

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  • 29/05/2018 em 2:59 pm
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    Me emocionou muito lendo tudo isso, hoje tenho um filho de 10 anos e que está com dificuldade de concentração e em consequência notas baixas e estou pesquisando como posso ajuda-lo, aí cheguei aqui e pensei por que não vi isso antes, mas estou em busca de como fazer daqui por diante é creio que vou encontrar um caminho

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  • 13/06/2018 em 10:04 am
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    Bom dia!Minha filha tem 9 anos.
    fazendo está leitura percebi que é exatamente o que acontece com ela,falta de concentração…não lembra das atividades,pesquisas para fazer,de mim entregar avisos… JESUS tudo isso mesmo. Faz a leitura em seguida não lembra de mais nada.
    vou praticar essas dicas.
    e estou aberta pra mais dicas por favor.
    obrigada.

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  • 13/06/2018 em 10:06 am
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    Muito bom.
    minha filha tem 9 anos. e esta nessa exatamente assim sem concentração.

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