Em todas as nossas palestras, explicamos o quanto a prática regular de uma atividade física pode afetar de forma positiva o rendimento escolar das crianças, adolescentes e jovens de todas as idades.
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 De fato, praticar uma atividade física pode deixar a criança mais inteligente. Foi em 2007 descoberta de que a prática de atividades físicas que trabalham a coordenação motora grossa, como corrida por exemplo, aumenta a produção de novas células do cérebro. Estas novas células produzidas atuam diretamente no aprendizado e na memória. Praticar atividade física muda sim o cérebro para sempre. As novas células produzidas a cada prática significam milhares de novas conexões, que significam novos comportamentos, novas respostas, e mais processamento cognitivo!
Tudo  bem, já falamos e acabamos de repetir sobre os benefícios da atividade física para um melhor rendimento escolar. Mas e as drogas? Onde entram nisso?
Adolescentes têm o cérebro em um estágio de desenvolvimento e, por isso, muitas vezes têm dificuldade para medir as consequências de suas escolhas. A falta de maturidade para tomar decisão, de fato, pode ser biologicamente comprovada e adolescentes tomam sim mais decisões por impulso. Além disso, é comum a todo ser humano a necessidade de pertencer a um grupo. Na adolescência, a necessidade de ser aprovado pelos amigos é potencializada. Somado a esses dois fatores que fazem do adolescente um alvo fácil para o uso de drogas entra ainda um outro dado para piorar o cenário: adolescentes não só estão mais propensos a experimentar drogas, mas também nessa fase, eles ficam muito mais suscetíveis ao vício.
As drogas entram, muitas vezes, para suprir uma necessidade biológica que o cérebro do adolescente tem de correr riscos! A adrenalina de fazer o proibido gera componentes químicos que o cérebro do adolescente busca a todo momento. A necessidade biológica do cérebro por esses componentes somada com a falta de maturidade do próprio cérebro, nessa faixa etária, para medir causa e consequências das decisões tomadas por impulso resultam em um jovem super suscetível  ao uso de drogas. A grande descoberta é que praticar atividades físicas é a principal rota de escape para que o cérebro do adolescente sinta-se suprido da sensação de correr risco e isso diminui muito a chance dele buscar essa sensação nas drogas.
Resumindo: o cérebro do adolescente precisa da sensação do “risco”. Ao praticar atividades físicas, essa necessidade é suprida. Eis a conexão entre drogas, atividades físicas e seu filho adolescente.
Bora decidir com ele qual atividade começa a praticar agora mesmo?!
Drogas, atividade física e o as notas do seu filho adolescente na escola

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