Ser mãe não basta! A mulher precisa ser bem resolvida e estar feliz consigo mesma, como uma mulher completa. Isso não necessariamente significa ter uma profissão, mas sim ter outras ocupações que não sejam exclusivamente a de mãe. Um filho precisa de uma mãe completa e não de todas as expectativas de sua vida nas costas.

Trabalhar fora ou não? Existem diversas matérias na mídia com prós e contras da mãe trabalhar ou não. Mas se analisarmos friamente os resultados de diversas pesquisas feitas nessa área, a descoberta é que o fato da mãe trabalhar ou não é uma variável que não deve ser considerada quando falamos do desenvolvimento emocional da criança.

Agora você que está lendo isso pode pensar: mas mães que não trabalham passam mais tempo em casa disponíveis para seus filhos, e a disponibilidade da mãe não é um fator positivo no desenvolvimento da criança? Estar disponível 100% do tempo para os filhos não seria melhor do que 50% ou até 25%?

A resposta seria sim, se a quantidade de tempo disponível, de forma isolada fosse o suficiente para beneficiar a criança.

A questão é que o que beneficia a criança é tempo de qualidade, saudável e com interação. E esse tipo de tempo independe do status de trabalho da mãe. Vemos diversos casos de filhos de mães que trabalham e que se sentem sufocados de tanta atenção e por outro lado também temos casos de mães que não trabalham mas pouco interagem com seus filhos.

O que importa é que você, como mãe, sinta-se feliz com sua escolha. A questão não deve ser: “mães devem trabalhar fora ou ficar com seus filhos em casa?” mas sim “qual o equilíbrio ideal para que as mães e as crianças vivam de maneira feliz e saudável?” E a resposta é simples: o equilíbrio é construído a cada dia, depois de cada contratempo, enquanto se vive todos os dilemas que ser mãe provoca em cada mulher. A única certeza é que mulheres felizes e realizadas criam filhos mais felizes!

Vários artigos acadêmicos e reportagens mostram que o índice de produtividade de uma mulher que tem filhos é maior do que o de seus colegas quando ela retorna ao trabalho. Está provado que além de aumentarem seu grau de empatia, durante o período em que se dedicam exclusivamente aos filhos, as mulheres também adquirem ou melhoram algumas habilidades pessoais, conhecidas como soft skills. Entre elas, organização, planejamento, trabalho em equipe..

Pensando que a grande maioria das mães sente-se diminuída e insegura ao desejar retomar a carreira, a querida Luciana, do site Real Maternidade, criou  o Projeto “Real Maternidade – De Volta ao Trabalho”. Este projeto tem o objetivo de ajudar mães, pais, empresas e a sociedade em geral a enxergarem a maternidade sob uma nova perspectiva e mostrar que os aprendizados da maternidade podem ser associados também à vida profissional. Ter consciência e orgulho de todos os aprendizados dessa fase de dedicação aos filhos pode ser o primeiro passo para mudar a forma como a sociedade e os recrutadores veem essa situação.

No site do projeto, as mães vão encontrar dicas preciosas sobre como abordar as habilidades desenvolvidas no período de afastamento do mercado em entrevistas, na hora de montar o currículo, atualizar o LinkedIn e até o portfólio. Uma ferramenta de empoderamento e melhoria de qualidade de vida das famílias. Você pode encontrar mais informações sobre o projeto AQUI

Mãe precisa de profissão ou ser mãe basta?

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