Uma forma divertida para desenvolver em nossas crianças habilidades de concentração e foco, mas que anda esquecida nos dias atuais, é retomar brincadeiras como “quente-frio”, na qual uma pessoa esconde um objeto e as outras que vão tentar encontrá-lo recebem somente as pistas quanto a estarem próximos ou distantes do local onde foi escondido o objeto.
Outra brincadeira especialmente eficaz para ajudar a desenvolver o foco necessário para os estudos é “Onde está Wally?”.
Quando nos concentramos na imagem que desejamos encontrar em meio a tantos outros objetos e locais, fazemos uma reprodução mental da imagem e os neurônios do córtex visual nos ajudam, selecionando os neurônios em que temos as cores e formas daquele objeto armazenados. No caso do Wally, a brincadeira ajuda a crianças para que aprendam a calibrar e exercitar os filtros de atenção visual, de forma que possam localizar pistas no ambiente em questão para descobrir onde Wally se encontra.
Quando exercitamos nossos neurônios intencionalmente com este tipo de foco, nosso cérebro se envolve em um tipo de processamento avançado, que começa por nossos canais de visão e/ou audição mas que imediatamente recruta outras partes do cérebro para ajudar na execução da atividade.
Esse processo será depois mais facilmente reproduzido nos momentos de estudos e de provas na escola.
Onde está Wally?

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