5 dicas sobre filhos e o uso da tecnologia.

1. Não é exatamente o tempo que seu filho passa no computador, videogame, tv ou celular que prejudica os estudos e uma convivência social saudável. Os problemas são gerados pelo que seu filho deixa de fazer quando a tecnologia ocupa todo o tempo disponível. Para garantir que o uso da tecnologia não prejudique os estudos, ajude seu filho a criar uma rotina que inclua quatro elementos: 1 – atividade física frequente, 2 – no mínimo entre 8 e 10 horas de sono durante a noite, 3 – uma responsabilidade compartilhada na rotina da família e 4 – tempo para tarefa ou estudo todos os dias depois da aula. Todos esses elementos incluídos na rotina semanal? Sem problema quanto ao tempo que seu filho estará usando a tecnologia, no caso de pré adolescentes e adolescentes! Para crianças menores, tempo para brincadeira é essencial e a tecnologia deve ser reduzida ao mínimo possível. Com uma rotina incluindo essas atividades, o equilíbrio no uso da tecnologia torna-se uma consequência e não há risco algum para a convivência social ou para a relação com os estudos.

 

2. Com tantos canais e conteúdos diferentes disponíveis no mundo digital, é normal que nossos filhos acabem por ter acesso frequente a assuntos, linguagem e abordagem que não fazem parte da cultura dos pais. Criticar e demonstrar julgamento negativo sem antes tentar conhecer melhor o que seu filho anda assistindo só prejudica a relação dentro da família e abre espaço para que seu filho se distancie do que você acredita. Para se aproximar do seu filho, procure conhecer os canais dos quais ele gosta. Sem demonstrar reprovação, tente fazer o esforço de realmente tentar entender o que o atrai naquele conteúdo e que mensagem a relação tão forte dele com um tipo de conteúdo pode trazer para você. Depois de conhecer, é o momento de puxar assunto e criar oportunidades de conversa na qual seu filho estará interessado. Pronto, está aberto o canal para que você possa falar do que gosta e apresentar seus ídolos, gurus ou assuntos de interesse. Sim, você precisa ir buscar seu filho onde ele está, ou ele encontrará no mundo online quem o “ouça” e entenda como gostaria que você fizesse! Essa relação mais próxima que você desenvolve com seu filho ao se abrir para conhecer o mundo dele será um dos elementos essenciais para construir a estrada firme e pavimentada para que ele possa ter uma relação mais tranquila e produtiva com os estudos e com a aprendizagem ao longo da vida.

 

3. A tendência dos pais é potencializar ainda mais as situações de estresse geradas pelo excesso de tempo que os filhos passam online. Isso porque, no desespero de tirar a criança ou adolescente da telinha que consome toda a atenção, acabam por colocar o foco no ponto equivocado. O grande objetivo não é que seu filho simplesmente se desconecte. É necessário que eles saibam o que fazer ao se desligarem de um mundo que já vem tomando grande parte do dia e da vida de todos. Além disso, ao ouvir os pais criticando o videogame ou a internet, a mensagem que fica para o filho também não ajuda.  A conclusão dos filhos é sempre que os pais não entendem o quão interessante ou atraente o mundo digital pode ser. Para acabar com todo o estresse e ajudar seu filho a ter uma vida equilibrada, comece a chamá-lo já determinando a atividade que ele tem a cumprir. Pode ser em forma de convite: “Vamos comigo no supermercado?”, desde que você tenha a firmeza para conduzir a situação de forma que a única opção seja o “sim, vamos”. Você precisará também não se importar tanto que seu filho acompanhe você mesmo que contrariado a princípio. Pense que é melhor ele fazendo outras atividades de cara feia do que feliz, mas imerso em uma rotina sem equilíbrio. Outra opção é já dar a ordem mesmo: “Mais 5 minutos e desliga que vamos visitar sua avó.” Simples assim, para o bem da família e como forma de garantir que ele vai conseguir se dedicar aos estudos sem sofrimento de deixar de lado o mundo virtual por alguns períodos.

 

4. Um dos motivos para o baixo desempenho escolar e falta de interesse pelos estudos é a baixa auto estima. Quanto mais nossos filhos estão expostos à realidades virtuais, seja pela TV ou redes sociais, mais imaginam que a vida de outras crianças ou adolescentes é sempre melhor do que a que eles têm. A briga constante dentro de casa para que se desconectem só aumenta a distância entre gerações e diminui a relação de confiança entre pais e filhos. Assim como o próprio veneno do animal é usado como fonte para a vacina que cura a picada, a própria tecnologia pode ser a fonte de aproximação entre você e seu filho e para melhorar a auto estima que está em níveis tão baixos. Peça explicação. Mostre seu lado frágil em relação ao uso da tecnologia. Deixe que o desconforto em relação a algumas ferramentas ou canais seja o elo que mostra a seu filho o quanto você confia nele e acredita que ele tem muito a acrescentar em sua vida. Quando enxerga você assim, seu filho baixa a guarda e o caminho para que vocês fiquem mais próximos está aberto. A auto estima melhora muito e o reflexo vem no envolvimento com os estudos e no desempenho escolar!

 

5. Embora nossos filhos tenham nascido na era digital e tenham total segurança no uso da tecnologia, geralmente não enxergam ali um grande aliado no momento da aprendizagem. E nós, pais, acabamos por perder grandes oportunidades para mudar essa visão. Muitos pais relatam desconforto na hora de ajudar na tarefa escolar ou na hora do estudo para provas por não saberem o conteúdo que o filho está aprendendo na escola. Há também muitos casos de pais que partem desesperados em busca de livros, apostilas onde possam encontrar o conteúdo no qual o filho está com dúvida. Enquanto isso, ali, bem pertinho, está um mundo repleto de simulações, vídeo aulas, ou mesmo outros alunos que já tiveram a mesma dúvida. Incentive seu filho a mandar uma mensagem para um amigo perguntando como resolveu aquela atividade. Ou procure junto com ele uma vídeo aula abordando o assunto. A dica é deixar por último a atividade que vai requerer um socorro do mundo online, para garantir que o foco será mesmo só na atividade em que a dúvida apareceu e que terão todo o tempo para buscar explicações e não respostas prontas. Além de acrescentar ao seu filho uma nova visão sobre o uso da tecnologia, esses momentos servirão como oportunidades ricas de aproximação entre pais e filhos!

 

 

                  

 

 

1 dica para saber como foi o dia do seu filho na escola…

O João bateu em alguém hoje? A professora deixou você ser o ajudante do dia? Você não tomou seu suco porque ninguém ajudou a abrir a garrafinha?

Na ânsia de saber como foi o dia na escola, os pais começam a sabatina enquanto caminham do portão até o carro. E não há nada de errado em querer saber como foi aquela manhã ou tarde que seu filho passou longe de você.

Para o bem de nossos filhos, devemos estar atentos ao tipo de pergunta que fazemos e na expectativa de resposta que geramos.

Na maioria das vezes, o foco não é realmente saber como foi o dia, mas conferir se alguma situação se repetiu ou não. E a forma como a pergunta é feita transmite ao seu filho a exata intenção que você tenta omitir.

O resultado é que a criança, na expectativa de não decepcionar os pais, tende a responder misturando memórias recentes com acontecimentos anteriores, muitas vezes de dias ou semanas passadas.

A criança muito rapidamente percebe que chama mais a atenção quando sua resposta confirma a expectativa dos pais! E não necessariamente ela vai sempre criar mentiras. Pesquisas comprovam que nosso cérebro reconstrói lembranças de acordo com o momento em que falamos sobre elas. Para simplificar, podemos dizer que salvamos aquele documento sempre com as alterações que ele sofreu quando falamos sobre ele. E o ambiente impacta as edições que fazemos em nossas memórias.

Mesmo que de forma inconsciente, nosso desejo maior é mesmo conferir se a escola tomou as providências combinadas em situações anteriores. É tentar investigar se aquele coleguinha “que não para quieto” foi devidamente vigiado. E assim, lá se vai a oportunidade de saber realmente como foi o dia do seu filho.

Ao perguntar para seu filho se o colega bateu em alguma criança “novamente”, ele imediatamente mistura os acontecimentos que de fato vivenciou naquele dia com sua expectativa da resposta “sim, ele bateu de novo!”. Dependendo da faixa etária da criança, ela é capaz de relatar em detalhes a cena. E grandes chances de que o relato misture fatos que aconteceram no dia com memórias de outras ocasiões, as quais foram acessadas a partir do formato da pergunta que recebeu.

Pode parecer complicada a lógica, mas a solução é simples! Duas dicas podem ajudar para que você realmente descubra como foi o dia na escola:

1 – ao invés de tentar conferir se algo específico aconteceu, converse sobre sensações e emoções. Alguns exemplos são: Qual foi a atividade mais legal de hoje? O que você menos gostou de fazer na aula? O que foi mais gostoso no recreio? O que foi chato na aula hoje?

2 – brinque de escolinha com seu filho quando chegar em casa. Você deve assumir o papel de aluno e seu filho o de professor. Enquanto age como criança, observe as reações, humor e a maneira como ele trata você. Caso perceba alguma atitude agressiva ou estranha, não comente com ele ou perto dele. Basta marcar uma conversa com a coordenação da escola e aí sim, juntos, vocês podem ajudar seu filho e a turma toda a terem momentos inesquecíveis de aprendizagem na escola!

                 

Uma vacina contra suicídio entre adolescentes

Um dos grandes dilemas dos pais atualmente é como garantir a liberdade que os filhos adolescentes precisam para amadurecer e ainda assim proteger contra as armadilhas de um mundo em tudo está a um clique de distância.

Recentemente voltamos a receber pedidos de ajuda de pais e escolas desesperados com a onde de suicídio entre adolescentes  que voltou a tomar conta dos noticiários.

Além disso, é comum ouvir de professores frustrados desabafos de cansaço e falta de energia para continuar a tentar envolver os alunos de Ensino Médio durante as aulas ou atividades propostas pela escola.

Diante de tragédias como suicídio de alunos que ainda teriam a vida toda pela frente, o que mais aparece como tentativa de ajudar os pais são sugestões para que eles se aproximem mais de seus filhos. A relação mais próxima com a família é de fato a melhor maneira para evitar que um adolescente acabe sucumbindo às tentações tão facilmente alcançáveis hoje em dia, como drogas e desafios absurdos propostos em redes sociais.

A crueldade maior está em imaginar que os pais de jovens que acabam por se meter em qualquer um desses tipos de problema não tenham tentando se aproximar ou não estavam dando o melhor de si, acreditando inclusive que tinham um filho feliz.

Algumas famílias até relatam que havia um certo distanciamento, mas nada que os próprios pais não tenham vivido durante sua própria juventude. E aí é que mora o perigo: por mais que você possa identificar atitudes e postura do seu filho com momentos que você passou na adolescência, precisa urgentemente repensar essa postura. O mundo em que seu filho vive é totalmente diferente daquele em que você passou sua juventude, pai! Sim, os desafios existiam. Sim, seus pais ficaram de cabelo em pé com diversas aventuras que você viveu e ainda hoje teriam um ataque se descobrissem coisas que nem passam pela cabeça deles que você fez. Ainda assim, não se compara com as oportunidades e perigos que seu filho enfrenta hoje.

Depois que você entrava em casa e seus pais trancavam a porta, o perigo estava do lado de fora. Esse tempo se foi. Hoje todo tipo de droga e de pessoas são trancados dentro do quarto junto com aquele jovem cujos pais dormem tranquilamente no quarto ao lado.

Tirar a tecnologia, controlar horários de uso da Internet não resolve. Pelo contrário, pode agravar o distanciamento entre seu filho e você e, pior, entre ele e os amigos que poderiam ajudar.

A solução está em conseguir vencer o desafio de se aproximar de fato. Conhecer o que se passa na cabeça e no peito desse jovem que aparentemente tem tudo o que os pais não tiveram, mas exatamente por isso não foi preparado para enfrentar as dores e desafios da adolescência.

Faltam habilidades que eram desenvolvidas no seio da família, mas cujos momentos que eram cruciais dentro de casa, junto dos pais, acabaram se perdendo.

O que você teve que seu filho não tem é algo que não pode ser baixado pela internet. É algo que requer tempo, paciência e segurança por parte dos pais. Empatia, paciência e capacidade de lidar com a frustração são habilidades que nós pais desenvolvíamos na infância e aplicávamos na juventude. E nossos filhos estão crescendo sem a capacidade de enfrentar o turbilhão de emoções e frustrações que essa fase traz.

A solução existe. Está ao seu alcance. Aproximar-se do filho é sim a solução. A questão é como fazer isso. Já que tudo o que ele quer é ficar sozinho e as respostas a tudo que você pergunta são monossilábicas, quando não um simples resmungo.

Para se aproximar, você só precisa resgatar algumas ferramentas que já estavam por aqui, mesmo antes de toda essa tecnologiachegar. Ao conseguir o equilíbrio, deixando que ele use a tecnologia, mas apresentando os prazeres do mundo analógico, o caminho para chegar até a mente e coração desse jovem estará traçado.

Deixe para lá o “sai desse computador/vídeo game” e comece a convidar seu filho para fazer algumas atividades com você. Se convidar não surtir efeito, você pode ser mais firme inicialmente: “amanhã preciso que você vá comigo no supermercado”. Ou, ainda melhor, diversão é uma opção infalível! Quantas vezes você levou seu filho ao teatro ultimamente?

O teatro é perfeito para aproximar a família. Mais que isso, é uma oportunidade única para os adolescentes desenvolverem 

habilidades como capacidade de foco e atenção prolongada, paciência, empatia e capacidade de lidar com a frustração. Ali podem praticar a vivência no mundo real, no qual não é possível adaptar a realidade ao gosto pessoal com um simples clique. Dar pausa não é uma opção disponível. Assistir a uma peça requer foco total, sem estar fazendo qualquer outra atividade simultaneamente.

A sugestão deste momento é a peça “A noite de 16 de janeiro”, que estreia no dia 05 de Maiono Teatro Tuca em São Paulo. Uma oportunidade única de misturar a capacidade de foco e atenção e a possibilidade de interagir com os atores, chegando a influenciar no final que a trama terá! A peça é dirigida por Jô Soares e conta com um elenco incrível! A história se passa em um tribunal e tem duas opções de final, quem decide é a platéia, que faz o papel de júri. Emoções vão bater de forma diferente em cada um de vocês. Perceber e conversar sobre elas e sobre como cada personagem impactou seu filho é a melhor chance de conhecer o que ele pensa e sente – sobre as pessoas, o mundo que o cerca e, principalmente sobre si mesmo!

Que tal pedir ao seu filho que reserve e compre os ingressos online para vocês curtirem uma inesquecível noite off-line em família?    

 

                   

Uma sereia, muitas memórias…

Estreia hoje no Teatro Santander o espetáculo A Pequena Sereia. Isso mesmo: espetáculo! Produção magnífica, de encher os olhos e arrebatar até os corações mais preparados para emoções fortes.

Essa é a dica para este e para os próximos finais de semana e feriados. Um momento que será para sempre lembrado na família, não importa quanto tempo passe.

Além da diversão garantida, há diversos benefícios que seu filho levará para sempre. Assistir a uma peça de teatro ajuda no enriquecimento da Memória de Longo Prazo, elemento fundamental no processo de aprendizagem formal, na escola.
Mais que isso, seu filho poderá também melhorar a capacidade de foco e atenção prolongados. Momentos como esse, sem botão de “pause” ou “rewind” deveriam ser bem mais frequentes no dia a dia das crianças. Assim podem praticar habilidades essenciais para um bom relacionamento com os estudos!
Pensa que já é motivo suficiente para acionar o #partiu assistir A Pequena Sereia? Calma que tem mais! O enredo deixa também diversas mensagens que seu filho vai processar enquanto amadurece e enfrenta os desafios do dia a dia. Por exemplo, é possível ser “princesa” ou “príncipe” e mesmo assim ter seu lado rebelde ali, lutando por aquilo em que mais acredita. Sentir-se insatisfeito com quem você é, não se identificar com questões físicas e desejar ser diferente é normal. Mas é sempre bom ficar atento a caminhos e ofertas mágicas para realizar seus sonhos. O preço a pagar pode ser alto demais! Sim, tudo isso e muito mais está ali, em uma linda história de amor!

Então, prontos para um final de semana inesquecível?

Nessa semana, tivemos a honra de conversar com parte do elenco e da produção e saímos ainda mais encantadas e orgulhosas de ter um espetáculo tão incrível, com tanta gente talentosa em nosso país.
Gravamos o vídeo abaixo durante a coletiva de imprensa, é só clicar no play para ouvir um pouco sobre quanto o espetáculo pode ser também um ótimo recurso para a educação:
Para mais informações sobre ingressos e datas clique aqui. 
               

Que relação você está construindo com seu filho?

A relação que você terá com seu filho durante a adolescência e na vida adulta depende do que você constrói durante a infância. Embora os pais lamentem tanto a falta de tempo, o que realmente conta é como você aproveita as oportunidades que tem de interação em família. Dar atenção exclusiva, deixando de lado seu trabalho, celular, afazeres domésticos é sempre um presente que todo filho adora ganhar. Mas não se iluda. Se você não fizer isso quando tiver uma criança em casa, não adianta chorar porque o adolescente quer sempre ficar sozinho e não fala com você.  Da mesma forma, não adianta cobrar o que você não ensinar pelo exemplo.

Troque a reclamação pela falta de atenção por um convite para um passeio, uma brincadeira ou mesmo para ouvir seu filho explicar para você como jogar o game favorito dele. Arrume tempo para conhecer o mundo do seu filho e vocês construirão juntos um mundo só de vocês. Um mundo seguro, para o qual seu filho saberá que pode correr sempre que precisar de energia e força para enfrentar os obstáculos e desafios da vida. A construção desse abrigo requer tempo, dedicação, paciência e parceria entre você e seu filho. Esse espaço de amor e proteção só poderá ser reconhecido como de vocês dois se for construído a quatro mãos, duas cabeças, dois corações. E sem pressa. Uma amizade entre pai e filho/filha é construída ao longo de uma vida. Muitas vezes os tijolinhos desse abrigo virtual serão palavras, olhares, abraços, um simples carinho.

Outros tijolinhos serão formados pelos limites, os “nãos” firmes e consistentes dados na hora certa. O cimento que os une e dá firmeza é uma mistura da coerência entre sua falas e suas atitudes, o exemplo que você der e o amor, o amor incondicional. E isso explica o porquê levamos anos e anos para construir o espaço de confiança e companheirismo entre pais e filhos e segundos para destruir tudo isso. Se um dia faltar a verdade ou o amor, sem a massa que garante a estabilidade da construção, não há mais o local de encontro para os momentos em que você, pai, já idoso, carente de colo e atenção, possa descansar no abraço de um filho. Com um pouco de sorte, seu filho não o deixará sem abrigo. Mas o ponto de vocês, construído por vocês, cuidado nos detalhes por vocês e que traria o sentimento de lar, esse não existirá. O tempo e o amor que você negar hoje, farão muita falta para você mesmo no futuro. Então, será tarde demais para lamentar suas escolhas.

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