4 benefícios da hora do recreio para a aprendizagem 

Infelizmente ainda há escolas que consideram o intervalo como tempo a ser aproveitado para atividades formais de aprendizagem. Pesquisas comprovam, porém, que o recreio traz enormes benefícios para a aprendizagem e oferece oportunidade para que os alunos desenvolvam habilidades essenciais para seu pleno desenvolvimento.  

Se ao assistir a uma aula conseguimos identificar o perfil de um professor, observando o recreio podemos identificar o clima e cultura de uma escola! Em geral, os pais gostam de conhecer a sala de aula e ouvir sobre a proposta pedagógica de uma escola quando estão definindo onde os filhos irão estudar. Não há dúvida, porém, de que o recreio diz muito mais sobre aquele espaço do que qualquer palavra poderia definir.

O que parece somente um tempo livre para relaxar e se alimentar é uma excelente oportunidade de crescimento e aprendizagem para crianças e adolescentes.

Dentre os inúmeros benefícios do recreio, listamos quatro pontos que confirmam o valor que esse intervalo tem na vida de cada aluno. 

1.    A interação com os colegas: relações sociais saudáveis são um excelente complemento para a aprendizagem. Sentir-se seguro no ambiente escolar e ser aceito socialmente são fatores que impactam diretamente a capacidade de compreender e assimilar os conteúdo acadêmicos ensinados na sala de aula. 

2.    Durante o recreio os alunos desenvolvem habilidades essenciais para a vida fora da escola: estratégias de negociação, comunicação, cooperação, resolução de problemas, tomada de decisão.

3     A capacidade de concentração de um aluno precisa ser renovada – líquido, alimento e movimento são os três elementos que funcionam como combustível para o cérebro e permitem que ele mantenha o foco durante a aula.

4    Pesquisas recentes confirmam que, depois de um período concentrado na aprendizagem de um conteúdo, o cérebro precisa de um intervalo para espairecer. Durante esse período, ele continua a trabalhar em segundo plano, organizando o conteúdo no qual esteve focado por algum tempo e buscando memórias que deem sentido ao que está tentando aprender. O período de recreio serve também como um intervalo que ajuda neste processo.

 

Esse é também o momento ideal para que a escola possa observar alunos que precisam de algum tipo de apoio, prevenindo e oferecendo intervenções em parceria com a família em casos de bullying, isolamento social ou qualquer tipo de comportamento que sinalize necessidade de ajuda.

Alguém mais aí ouviu a campainha do recreio tocar? #partiurecreio

A escola do seu filho não trabalha bem com a inclusão? Pobres crianças normais!

Ser a favor da inclusão virou moda. Isso traz tanto benefícios quanto prejuízos para um assunto tão importante.
O lado bom é que o assunto segue comentado. Ainda que melhor discutido do que colocado em prática, mas ainda assim a discussão abre portas que antes nem eram vistas como possibilidade.
A parte negativa é que, sendo visto como um assunto da moda, é possível sentir em muitas rodas a ideia de que “daqui a pouco tudo se acomoda e passa”. E assim sendo, os esforços que deveriam ser semelhantes ao de uma maratona acabam por se transformar em uma corrida de fundo. Com pouca energia para continuar o percurso, interminável, diga-se de passagem, os educadores responsáveis pelo processo vão desistindo no caminho.
A inclusão é um processo infinito. Sempre haverá adequação a ser feita. Para olhos atentos, haverá sempre novos aprendizados sobre cada criança, e este gerará mudanças na proposta pedagógica da escola.
“Peraí”… você disse “da escola”, Roberta?
Sim, quando a escola assume de fato seu papel no processo de inclusão, a mudança para melhor acontece em todos os aspectos, alunos, professores e pessoas envolvidas.
Adaptar uma aula ou um conteúdo para alunos com diferentes necessidades é uma arte que se aprende. É uma habilidade que se desenvolve e na qual a pessoa se torna expert quanto mais a pratica.
E a luz vem quando a visão sobre o processo já foi ampliada o suficiente para que o professor entenda que todos, absolutamente todos os alunos têm necessidades especiais. Isso é mais verdadeiro quanto mais nossos filhos vão perdendo a capacidade de foco, de concentração, já não desenvolvem habilidades que desenvolvíamos quando crianças, lá nos antigamente, no convívio com a família.
Pais sem preconceito sabem o quanto ambientes que valorizam a diversidade podem beneficiar o crescimento cognitivo e emocional de seus filhos. “Pais de filhos com alguma necessidade especial?” Não, pais de filhos e ponto final.
O grande desafio está em encontrar escolas que não estão preocupadas em atender leis que impõem a inclusão. Mas elas existem, felizmente. Existem escolas que fazem um trabalho sério, lindo de se ver e que, pasmem, acabaram por descobrir que os grandes beneficiados são os alunos que, a princípio, não precisariam de adaptação do material ou plano de aula.
Pode soar utópico, mas é real. Afirmo porque me transformei na profissional e na mãe que sou porque a escola soube me incluir – 50 anos atrás, quando ainda não se discutia a inclusão. E isso fez toda a diferença na pessoa que sou, nos obstáculos que venci, na crença que tenho na capacidade de aprendizagem de todo e qualquer aluno.
Aos poucos vamos contando para vocês onde estão e quais são essas escolas que não descansam jamais: seguem na busca de caminhos para cumprir seu papel de ensinar, educar, transformar. Um ponto comum entre elas: não fazem o trabalho sem a participação dos pais, das famílias.
“Das famílias de filhos de inclusão, Roberta?” Não, das famílias! Não importa quem seja seu filho, ela será beneficiado se a escola estiver fazendo um bom trabalho e se vocês, responsáveis, estiverem plenamente envolvidos.
Nosso primeiro caso de orgulho, amor, gratidão por termos conhecido essa proposta e as pessoas que a pensam, executam e aperfeiçoam é a Escola Internacional de São Paulo.
A Denise Lam, Diretora da escola, gentilmente atendeu nosso pedido para um depoimento sobre o trabalho que faz.
“Com o tempo, vimos que todas as adaptações curriculares e todas as orientações dadas aos professores no sentido de incluir crianças com autismo acabavam sendo benéficas para todas as crianças. As práticas baseadas em estudos e evidências na área da educação beneficiavam a todos, sem exceção. Além disso, acreditamos que todos os alunos irão precisar de apoio em algum momento de sua vida acadêmica, seja porque tem um diagnóstico de alguma condição como TEA, TDAH, DISLEXIA, DÉFICIT COGNITIVO, seja porque cada criança é única e, como tal, passa por dificuldades em determinados anos de suas vida acadêmica.”
 Apesar de notícias tristes, do descaso que muitas vezes vem de quem deveria propor políticas de apoio, recursos financeiros que viabilizem a formação continuada necessária aos professores, não deixo de acreditar que é possível.
Você conhece alguma escola que entende e faz com profissionalismo, competência e amor seu papel no que se refere à inclusão? Conte para nós. Será um prazer conhecer e compartilhar casos de sucesso!
O texto completo da Denise você pode ler aqui.

A Escola Internacional de São Paulo e a Inclusão… uma história de amor, carinho acolhimento e respeito!

Quando a escola assume de fato seu papel no processo de inclusão, a mudança para melhor acontece em todos os aspectos, alunos, professores e pessoas envolvidas.
Adaptar uma aula ou um conteúdo para alunos com diferentes necessidades é uma arte que se aprende. É uma habilidade que se desenvolve e na qual a pessoa se torna expert quanto mais a pratica.
Nosso primeiro caso de orgulho, amor, gratidão por termos conhecido a proposta e as pessoas que a pensam, executam e aperfeiçoam é a Escola Internacional de São Paulo.
A Denise Lam, Diretora da escola, gentilmente atendeu nosso pedido para um depoimento sobre o trabalho que faz:

“Quando começamos a trabalhar com inclusão há alguns anos atrás, tínhamos como objetivo acolher as crianças com TEA (Trastorno do Espectro do Autismo) que tínhamos na escola.

Com o tempo, vimos que todas as adaptações curriculares e todas as orientações dadas aos professores no sentido de incluir crianças com autismo acabavam sendo benéficas para todas as crianças. As práticas baseadas em estudos e evidências na área da educação beneficiavam a todos, sem exceção. Além disso, acreditamos que todos os alunos irão precisar de apoio em algum momento de sua vida acadêmica, seja porque tem um diagnóstico de alguma condição como TEA, TDAH, DISLEXIA, DÉFICIT COGNITIVO, seja porque cada criança é única e,como tal, passa por dificuldades em determinados anos de suas vida acadêmica.

Aprendemos as melhores práticas na educação com equipes nos EUA que já fazem isto há muito tempo. Adaptações de materiais, estímulos diferenciados, um Plano Individual de Estudos para cada aluno, participação ativa dos pais nas decisões curriculares, e fazeres pedagógicos mais apropriados foram instituídos em nossa escola.

Não foi fácil! Nem todos entendem que inclusão é oferecer a todos possibilidades iguais de desenvolvimento, respeitando as capacidades de cada um, porém estimulando e desafiando o aprendizado. Dá muito mais trabalho para a escola, para o professor e para a família, uma vez que todos são parte deste processo.

Para cada aula planejada pelo professor, fazemos adaptações considerando quem estuda naquela sala. Adaptamos a mesma atividade para uma criança autista, uma criança com superdotação, uma criança com Déficit de atenção e para todos os outros.

O melhor de tudo isto é que nenhum dos alunos percebe que aquela adaptação é para ele, ou mesmo que aquela prática seja uma adaptação. Nós educadores fazemos os ajustes necessários, os alunos apenas vivenciam as aulas sem notar grandes diferenças entre o que é desafio para ele ou para seu colega. Se acaso notam a diferença, apenas respondemos que aquele amigo precisa disto neste momento. “Um dia você pode precisar também, então vamos ajuda-lo?”

Os alunos com currículo adaptado nunca se sentirão diferentes, incapazes, espertos demais ou nada disso. As adaptações se camuflam no preparo das atividades e somente os professores, terapeutas e coordenação pedagógica conseguem dizer quais são.

Para adaptações mais intrusivas, mais aparentes, temos a ajuda dos próprios alunos da sala que sempre foram capazes de respeitar as sugestões necessárias para ajudar um amigo. Fazem parte disto e sentem-se também responsáveis por inclui-lo na aula.

A verdade é que pensar em atividades que incluam todos os tipos de aprendizes deveriam acontecer em qualquer sala de aula. Todos os alunos são diferentes, cada aluno aprende de um jeito e o professor deve criar oportunidades para que todos acessem o conhecimento.

A equipe de coordenação e direção da Escola Internacional atenta muito para isso. Costumo dizer que (Denise Lam, diretora pedagógica e responsável pela Inclusão na Escola Internacional de São Paulo): “Ao lermos os planejamentos de professores, estamos sempre atentos para as estratégias criadas para a aprendizagem de todos. Quando os professores tem dúvida do que fazer, sugerimos, ajudamos e vamos para a sala de aula para ver acontecer!”.

No mês de conscientização do Autismo, trouxemos uma profissional de referência dos EUA , Erin Lozott, diretora clinica do instituto Els for Autism com o qual a escola estabeleceu uma parceria desde 2016,  para dar treinamento para toda a equipe pedagógica de nossa escola e dar suporte para casos mais desafiadores. Além dos professores e coordenadores da escola, recebemos alguns pediatras e membros das equipes multidisciplinares que cuidam de nossos alunos como psicólogos do comportamento, fonoaudiólogos, terapeutas comportamentais e acompanhantes terapêuticos para participar do treinamento feito pela Erin em nossa escola.

Temos muito orgulho em nos preocupar com o outro, em aprender a respeitar e admirar as diferenças e em aprendermos desde sempre que inclusão é para todos.”

Reta final do ano letivo e seu filho na maior tranquilidade? Veja 3 dicas

Já estamos em outubro e muitos pais começam a nos procurar já desesperados na corrida contra o tempo.

Até esse momento muitos deles foram vivendo uma montanha russa de emoções em relação ao envolvimento dos filhos com os estudos. Algumas vezes levando sustos com notas baixas e bilhetes da escola, outras se consolando com uma nota ali, raspando na média, sinalizando a esperança de que a situação ia mudar para melhor.

De repente os pais entram em pânico ao perceber que restam praticamente dois meses completos de aulas e lá se foi mais um ano letivo.

Olham para o lado, com aquele frio na barriga e enxergam seus filhos ali, tranquilos, como se não tivessem a mínima ideia do grande desafio para o pouco tempo restante.

Temos duas boas notícias para acalmar seu coraçãozinho, queridos pais e mães. A primeira é que ainda há sim tempo suficiente para fazer um final de ano sem sustos e notícias desagradáveis. E a segunda é que seu filho não está necessariamente sentindo aquilo que deixa transparecer. As chances são enormes de que ele esteja tão ou mais preocupado do que você, contudo, não sabendo como sair dessa situação, acaba por entrar no modo “deixa como estar, para ver como é que fica”.

É agora o momento de mudarem alguns elementos na rotina da família, de forma a criar o clima e ambiente que favoreçam a virada que pode ser feita se vocês agirem juntos.

Aí vão 3 dicas de como ajudar seu filho a assumir o controle e tirar o atraso em relação aos estudos:

  • Adeque o horário de sono – dormir bem é uma das principais formas de preparar o cérebro para que a aprendizagem ocorra de forma tranquila e consistente. A tendência de estudantes que tiveram desempenho abaixo do esperado no primeiro semestre é ter uma rotina de sono descontrolada. Dormem menos tanto pela ansiedade quanto pela busca de atividades que ajudem a relaxar e esquecer o sufoco que estão passando na escola. E isso acaba por atrapalhar ainda mais o desempenho escolar. Ajude seu filho a retomar a rotina de pelo menos oito horas de sono a cada noite. Combine que ele vai para a cama 30 minutos mais cedo a cada semana, até que tenha retomado o número de horas necessário. Para que ele consiga dormir mais cedo, será necessário um esforço conjunto inicial de toda a família. A tecnologia acaba por gerar estímulos que retardam o relaxamento necessário para que ele possa dormir. O ideal é você combinar com ele o horário em que todos os aparelhos serão desligados. Caso ele não cumpra, você assume seu papel de responsável e desliga, sem sermões ou brigas – simples assim!
  • Defina um horário fixo para a tarefa e estudo – estudar no mesmo horário é uma ótima técnica para tornar essa prática uma parte da rotina diária. Caso você ainda não tenham isso definido, o momento é este. Combinado o horário, que pode respeitar características do seu filho, como a necessidade de descanso depois da aula ou a brincadeira com amigos do prédio no final da tarde, resta organizar os horários de todos para que seja cumprido o horário definido como ideal. Supondo que vocês tenham escolhido o final da tarde como horário de estudo, a partir das 17:30 seu filho tem que sentar para fazer a tarefa da escola e refazer atividades e provas das matérias em que tem as notas mais baixas. No horário definido como horário de estudo, todos os equipamentos de tecnologia devem estar desligados!
  • Relaxe e descubra que nota você tiraria nas provas do seu filho – muitas vezes tudo o que o filho precisa é de um incentivo diferente, altamente motivador e desafiador. Que tal propor que seu filho prepare provas para você exatamente das matérias em que ele tem as notas mais baixas? Não se preocupe com a nota que você vai tirar. O importante é a energia que ele vai encontrar para preparar as provas para você e o quanto vai ter que se dedicar para pensar nas questões. Mais que isso, para corrigir e dar a nota, ele vai ter que buscar as respostas nos materiais da escola – apostilas, livros, cadernos. Em alguns casos pode até ter que pedir ajuda para o professor. E não há melhor maneira para estudar do que precisar do conteúdo para corrigir a prova, ao invés de ser o alvo da correção.  O bônus dessa dica é que seu filho relaxa em relação àquele medo do nome “prova”. Se ele mesmo já preparou algumas e corrigiu, cai aquele mito de que a prova é algo inatingível para um aluno. Não se preocupe se você realmente não souber o conteúdo. Arrisque alguma resposta. E se for aquela matéria que é sua especialidade, capriche em algumas respostas e erre outras, para dar a ele o trabalho de buscar a resposta correta na hora de corrigir.

E para fechar, que tal assistir a esse vídeo que gravamos contando sobre os 3 principais erros que os pais cometem no final do ano letivo?

5 dicas para ajudar seu filho adolescente a melhorar o desempenho na escola.

A adolescência apresenta mesmo uma série de desafios, para seu filho e para vocês pais.

É uma fase em que a cobrança por se auto afirmar parte dele e do grupo de amigos. Além disso, a fase coincide com a época em que, na escola, os conteúdos passam a ser cada vez mais abstratos e complexos, exigindo um tempo maior de concentração e dedicação dentro da sala de aula e em casa.

Não bastando essas duas situações que já exigem muito de todos, agora é que aparece a consequência de tudo o que ele aprendeu ou deixou de aprender nos anos anteriores na escola.

Isso tudo que colocamos até agora não deve servir para você achar que tem uma missão impossível pela frente. É importante encarar como uma fase, na qual vai precisar sim estar firme e presente, mas sabendo que vai passar e seu filho pode superá-la com seu apoio.

Agora vamos aos pontos específicos que os pais mais colocam como problemas que surgem nesta fase:

  • Falta de atenção – temos duas sugestões que poderão ajudar bastante para que seu filho aprenda e desenvolva o hábito de focar no que estiver fazendo:
    • É preciso aprender a se desligar de outras distrações para conseguir focar na hora dos estudos. Só que um adolescente não vai aprender a se concentrar durante os estudos, mas sim durante atividades do dia a dia em casa. Você pode começar estabelecendo que durante as refeições, os celulares ficarão em outro cômodo ou então desligados. Assim como também a TV. Você vai perceber que isso é um desafio não somente para ele, mas para todos da casa. A tecnologia tem um imenso valor em nossas vidas, mas está tirando de nós a capacidade de concentração. Se você se desconectarem por alguns momentos do dia, já vão ajudando o cérebro a se habituar em se concentrar em uma atividade de cada vez.
    • No momento da tarefa, vale essa regra também: tv, computador, celular, desligados. Caso ele tenha que fazer alguma pesquisa usando o computador, usa o tempo que for necessário e depois desliga.
  • Leitura – provavelmente seu filho lê pouco. Os adolescentes estão lendo cada vez menos. E isso traz consequências cada vez mais pesadas ao longo da vida escolar. Escrever mal é uma das consequências para quem não lê. Traga para casa revistas, livros e materiais diversos sobre algum assunto do qual seu filho goste bastante. Não precisa ser matéria da escola, a princípio. Só assunto de interesse pessoal dele mesmo. E combine alguns minutos diários em que ele vai ler sobre este assunto. O ideal é que você leia também o material para puxar assunto com ele depois, assim ele vai mesmo ler para poder discutir com você e mostrar que domina aquela área.
    • Comece a pedir que ele faça a lista de compras da casa. Que deixe por escrito para você algum pedido que tenha a fazer.  Outra sugestão interessante é você deixar uma pergunta para ele com alguma dúvida sobre as revistas ou livros que sugerimos acima. E pedir que a resposta seja escrita, porque você vai ler quando ele não estiver em casa.
    • Combine com ele que só poderá fazer alguma atividade da qual ele gosta (jogar videogame, futebol etc), depois de ler alguma matéria das revistas ou 2-3 capítulos de um livro. E lembre-se de não abrir exceção e nem ficar com pena dele – a escrita e concentração durante as aulas melhorarão – e muito – se ele começar a ler em casa!

Com essas pequenas mudanças na rotina de casa, o adolescente encontra mais facilidade em focar nos estudos no momento da aula e aprende a estabelecer prioridades. O desempenho na escola vem como consequência de uma rotina saudável dentro de casa!