4 dicas sobre o que não pode faltar nas férias escolares!

1. Geralmente os pais se preocupam em organizar as férias escolares de forma que possam passar mais tempo junto dos filhos. E isso é ótimo. Todos saem ganhando! Nossa dica é que não deixem de combinar com os pais de outros alunos para que vocês façam alguma coisa juntos. O ideal é aproveitar para aproximar colegas que, até então, nem eram os melhores amigos da sala. Aproveitar o mês de julho para se divertirem juntos, sem relacionar os momentos com estudos ou aprendizagem é uma oportunidade que não pode ser perdida. A opção de passarem uma tarde na casa de um deles é uma boa ideia. Mas tem como melhorar ainda mais a relação se os pais puderem também fazer algo que seja prazeroso enquanto os filhos estiverem juntos. E isso vale para filhos de todas as idades. O exemplo dos pais se relacionando de forma positiva e divertida com os pais dos colegas de classe faz toda a diferença nos laços que os filhos criarão entre si. E quanto mais forte for o elo de amizade que conseguirem desenvolver, mais fácil fica enfrentar os desafios de aprendizagem que virão nos poucos meses restantes para o final do ano letivo. O segundo semestre é um período mais pesado, pois acumula tanto os resultados do primeiro semestre quanto a ansiedade pelo prazo mais curto para recuperar ou manter as notas. O sentimento de estar em uma sala de aula com fortes laços de amizade e carinho pode ser o elemento capaz de gerar o combustível do qual seu filho precisa para terminar o ano de forma tranquila. A construção do ambiente que ele precisa encontrar na escola começa na tranquilidade dos momentos sem estresse ou cobrança por resultados – as férias de julho!

 

2. Colaborar para a organização e bem estar de toda a família traz enormes benefícios para a relação com os estudos. Alguns pais já colocam em prática essa nossa dica, porém, acabam por flexibilizar o combinado durante as férias. Para entender o porquê manter a responsabilidade de seu filho durante as férias, basta lembrar que isso não é um castigo. Ao contrário, ter um atividade cuja responsabilidade é dele só ajuda no desenvolvimento de habilidades como o senso de responsabilidade, empatia e gera a oportunidade para vocês, pais, fazerem um elogio autêntico. Este é o caminho para aumentar o nível de auto estima, gerando assim um combustível que o cérebro usa para manter o foco e esforço necessários na hora dos estudos. Manter a auto estima dos filhos em nível adequado é um grande desafio na era da alta exposição em redes sociais e canais de televisão. Não dá para tirar férias dessa missão! Pelo contrário, relaxados em relação aos horários corridos, fica ainda mais fácil trabalhar este aspecto tão importante do desenvolvimento de nossos filhos. Quanto ao senso de responsabilidade, basta pensar na realidade de nossa vida: por um acaso, quando você pai ou mãe está de férias, não precisa mais cozinhar, cuidar da casa, garantir que tudo corra de forma organizada na rotina da família? Será que todos não continuam a comer, dormir, necessitar de roupas limpas? Então, este é também um aprendizado para nossos filhos: eles estão de férias da escola, não da vida! Tudo bem rever e flexibilizar os horários, mas suspender a tarefa doméstica que é do seu filho só vai acumular prejuízos. Como a conta vem lá no final do próximo bimestre ou trimestre, vocês dificilmente vão relacionar a queda no desempenho escolar com a mudança desnecessária feita durante as férias! Então, partiu retomar o combinado das responsabilidades de cada um dentro de casa?!

 

3. Cada vez mais, pais e alunos têm a tendência de relacionar a leitura somente com a escola e com o período de aulas. Assim, as famílias vão deixando de lado um dos papéis fundamentais dos pais: ajudar o filho a criar o hábito de ler. O mês de férias é uma oportunidade para inserir a leitura como parte da rotina de toda a família. Os benefícios serão enormes para a vida de todos. O impacto positivo no desempenho escolar vem como bônus ao longo do segundo semestre. O desafio é como fazer isso sem criar situações de estresse e tensão em plena época de férias escolares. Uma dica é estabelecer os momentos de leitura para toda a família. Escolha três dias em que todos – sim, eu disse “todos” os equipamentos eletrônicos ficarão desligados e a família toda estará concentrada em ler. Se você tem filhos pequenos, vocês podem intercalar a vez de cada um ler, em voz alta, o mesmo livro. Se os filhos já estiverem completamente alfabetizados, cada membro da família pode ler um livro, ou revista, diferente, desde que estejam todos reunidos em um mesmo ambiente e no mesmo horário. A segunda dica é usar um cronômetro e estabelecer o tempo de 20 minutos durante o qual todos vão estar concentrados em ler. Terminado esse tempo, cada um pode fazer o que desejar, inclusive continuar a ler. A sugestão é que os pais sempre deem o exemplo de não parar imediatamente ao final do tempo marcado. Aos poucos os filhos começam a relaxar e seguem o exemplo de continuar um pouco de tempo a mais focados na leitura. Os benefícios são inúmeros. Dentre os quais, seu filho retorna para as aulas com maior capacidade de concentração, imaginação, criatividade, melhora na comunicação escrita e oral e maior segurança, mesmo em conteúdos nos quais tem maior dificuldade. A relação de confiança dentro da família é reforçada e as chances de um final de ano letivo sem sustos é imensamente maior!

 

4. Quando foi a última vez que você viu seu filho escrevendo por prazer, diversão ou para resolver uma situação que faz parte da rotina da família? As férias podem ser um ótimo momento para trazer de volta para dentro de casa o hábito de escrever! A dica é deixar os filhos como os responsáveis por rotinas que envolvam a escrita. Algumas sugestões são: fazer a lista de supermercado, criar agenda com data de aniversário de familiares e amigos, escrever cartão de aniversário e felicitação em datas especiais, deixar bilhetes com lembretes para os membros da família, fazer a lista de compromissos e atividades do dia seguinte, criar uma tabela de acompanhamento dos gastos com luz, água, internet. Além da responsabilidade compartilhada envolvendo a escrita, crie momentos de diversão em família nos quais o lápis, papel e caneta estejam presentes. Brincadeiras como STOP, em que todos devem escrever palavras para cada categoria (nome, carro, cidade, fruta) de acordo com a letra sorteada, são excelentes oportunidades para praticar a escrita sem relacionar a atividade com os estudos. O cérebro do seu filho agradece! Quanto ele escreve à mão, desenvolve e melhora a coordenação motora, pensamento crítico, segurança, capacidade de tomar decisão, enquanto diversas áreas do cérebro são ativadas simultaneamente! A capacidade de atenção e aprendizagem de todos os conteúdos acadêmicos é turbinada e a volta às aulas será repleta de energia e novos recursos que facilitam a aprendizagem!

 

 

            

Atividades de férias que podem garantir um melhor rendimento no volta às aulas

Nas férias seu filho está cheio de tempo livre e pode aproveitar para passar mais tempo grudado nos  cadernos estudando não é mesmo?! Mas que tal se vocês aproveitarem esse período para fazer outras atividades que trarão um resultado muito maior para o rendimento dos estudos quando as aulas começarem?  Confira o nosso vídeo com algumas dicas sobre o que fazer nas férias para que o segundo semestre letivo do seu filho seja muito mais produtivo:

 

 

                

Elogiar seu filho pode ser o caminho para um bom desempenho na escola

A forma como os pais elogiam os filhos na faixa etária de 1 a 4 anos tem um impacto enorme no desempenho escolar futuro.

Na correria do dia a dia, a tendência é olhar rapidamente o resultado do que a criança fez e elogiar o produto final. Mesmo durante as refeições ou na montagem de um brinquedo, raramente os pais estão concentrados somente no passo a passo que a criança seguiu para atingir o resultado final. E no processo está exatamente o ponto mais valioso a ser incentivado.

Tirar alguns minutos para curtir esses momentos traz enormes benefícios para a vida escolar da criança no futuro. Mais que isso, acaba sendo a oportunidade de ensinar pelo exemplo: ter o pai concentrado em observar o filho brincando é a melhor maneira para que a criança aprenda a focar. O ganho é também do responsável, que sente o tamanho do desafio que é deixar de lado qualquer distração e se concentrar em apenas uma atividade, mesmo que por espaço curto de tempo.

Incentivar a nova tentativa, participar ativamente do momento e demonstrar o quanto esses momentos são valiosos fazem toda a diferença para seu filho. Momentos simples compartilhados entre pais e filhos ajudam no  desenvolvimento de uma criança segura e capaz de lidar com os desafios que enfrentará ao longo de sua vida como aluno mais tarde.

Crianças que recebem elogio pelo processo e não pelo resultado apresentam melhores resultados na escola entre a primeira e a quarta série do ensino fundamental. Quando os pais demonstram admiração pela dedicação que o filho colocou na resolução de problemas e conclusão de atividades do dia a dia, a criança assimila que é capaz de vencer os desafios que a aprendizagem apresenta a cada etapa. A consequência é um ótimo relacionamento com os estudos e bom desempenho escolar. Que tal trocar o “ficou lindo seu desenho” por “estou orgulhosa do seu esforço!”?

 

             

5 Frases com impacto negativo na relação dos filhos com os estudos!

1. Muitas vezes ouvimos pais de alunos usarem essa justificativa quando os filhos têm comportamento inadequado na relação com professor ou com colegas na escola. Um aluno que não consegue conviver de forma tranquila no ambiente escolar terá, mais cedo ou mais tarde, uma série de dificuldades na aprendizagem e na relação com os estudos. Aos pais pedimos que reflitam um pouco sobre o que significa “ter uma personalidade forte”. Em geral, essa criança ou adolescente tem problemas em identificar limites e no respeito a regras e diferenças de opinião, cultura ou mesmo físicas. Ao ouvir repetidas vezes os pais justificarem seu comportamento como algo relacionado à personalidade, passam a acreditar que 1) não há como mudar e 2) que essa é a atitude que se espera dele. A escola dificilmente vai conseguir ajudar esse aluno a desenvolver todo seu potencial de aprendizagem e crescimento emocional, a menos que os pais aceitem que precisam fazer ajustes na rotina e na educação oferecidas dentro da família. Comece por estabelecer limites, ao invés de justificar atitudes que demonstram falta de flexibilidade e de controle emocional. Peça ajuda  e elogie o esforço para equilibrar a auto estima, enquanto elimina o clima permissivo que até este momento reinava dentro de casa. Logo você poderá substituir o “personalidade forte” por características positivas do seu filho e aí sim ele estará pronto para desenvolver todo o potencial nos estudos. Seja firme ao estabelecer os limites e seja o exemplo para ensinar o respeito nas relações pessoais. A relação com os estudos será beneficiada e a convivência em família será mais tranquila ao longo de toda a vida!

 

2. Relacionar com presentes atividades que fazem parte da rotina de higiene e de responsabilidades que cabem a seu próprio filho só gera consequências negativas. E conforme a criança segue ouvindo essas afirmações, vai criando estratégias para chamar ainda mais atenção dos pais por atitudes negativas. A criança se torna ansiosa e insegura, pois percebe nos pais a falta de segurança para estabelecer regras e limites. Em pouco tempo, a auto estima fica abaixo do nível mínimo necessário para que a aprendizagem ocorra de forma tranquila e saudável. Além disso, na escola, desde muito cedo, a relação com os colegas e professores fica prejudicada. O próprio aluno passa a acreditar que sempre precisa de uma chantagem ou estímulo somente externo para fazer o esforço necessário para que a aprendizagem ocorra. E como o Natal, Páscoa, aniversário nada têm a ver com higiene, responsabilidade e limites, os próprios pais confundem os filhos ao não cumprir as ameaças. A dica é ser sincero e bem direto desde muito cedo. “Mamãe, você vai ficar triste se eu não comer?” Sua resposta deveria ser algo do tipo: “Não, minha filha. Você é quem vai ficar doente, não vai crescer e nem conseguir aprender. A mamãe continua forte, saudável e amando você!”. Vamos lá, pais: joguem para longe essa culpa e o medo de assumir a responsabilidade de educar. O Coelhinho da Páscoa, Papai Noel e a Fada do Dente agradecem! E seu filho mais ainda, no futuro mais feliz que terá!

 

3. Sim, pais, eu sei que para vocês parece que não há outra alternativa para evitar estresse na hora da refeição. Mas sejamos sinceros: jura que você está aí vivo, forte, inteligente e bem sucedido e acha mesmo que a única maneira para seu filho comer é colocar uma telinha na mesa? Pensa no gênio que foi sua mãe, que conseguiu se virar sem Internet! Sim, sua afirmação de que seu filho só come se tiver o celular ou tablet prejudica, e muito, a relação dele com o aprendizado formal. Uma relação saudável com os estudos requer capacidade de foco e concentração. Mas a habilidade de se concentrar em uma atividade de cada vez não é desenvolvida no momento da aprendizagem. Ela é aprendida na rotina da família e depois transferida para os momentos de estudo. Assistir desenhos, filmes, jogos enquanto faz a refeição cria no cérebro da criança a necessidade de diversos estímulos simultâneos – exatamente o oposto daquilo que seu filho precisa aprender nesse momento. Além disso, o processo de aprendizagem requer o uso de recursos armazenados na memória de longo prazo. A hora da refeição é uma excelente oportunidade para enriquecer a memória. Conversas em família, a oportunidade de observar os adultos, sentir a textura e sabor da comida, aprender o nome dos alimentos e suas características, tudo isso se transforma em memórias que serão utilizadas no aprendizado formal, na escola. Uma criança que come distraída por uma telinha perde toda essa chance de enriquecer sua memória. Quanto ao restaurante, lá se vai mais oportunidade perdida, inclusive para o desenvolvimento de outras habilidades, como paciência e empatia. A dica é focar na rotina em casa. O hábito que seu filho desenvolver dentro no dia a dia da família será facilmente replicado nos momentos de convivência social, como restaurantes ou casa de amigos e familiares. Partiu desligar todos os eletrônicos no momento das refeições?

 

4. Prontos para o choque? Então lá vai: seu filho nunca é maduro demais para brincar com amiguinhos da idade dele. O fato de preferir crianças bem mais velhas ou adultos revela exatamente o contrário: falta de habilidades para o desafio que a convivência social representa. Com famílias menores, sendo filho único ou tendo somente um irmão, a criança acaba por crescer em um ambiente no qual ela é sempre a primeira (a jogar, a comer, a escolher, a falar), a que vence,, a que começa e a pessoa que decide encerrar a brincadeira. Esse ciclo só se mantém se esta mesma criança estiver com uma pessoa mais velha, que terá sempre a atitude condescendente de se anular e compreender. Outra criança da mesma idade vai requerer um esforço emocional ao qual seu filho não está acostumado. Na escola, como ele estará sempre em turmas de alunos com a mesma idade, ou ele se recusará a participar das interações que mais geram aprendizado ou criará situações de conflito, na tentativa de se manter como foco total de atenção o tempo todo. Amadurecimento emocional e cognitivo prejudicado na certa! A dica é buscar situações em que seu filho possa interagir com outras crianças desde muito pequeno. É nessas situações que os pais ajudam o filho a entender que é preciso dividir: a atenção, o brinquedo, o desejo de ser o primeiro. Aproveite situações do dia a dia. Mesmo tendo só um filho, divida com ele a bolacha, o suco, a vez de começar a brincadeira, o lápis de cor. Seu filho aprenderá a lidar com a frustração e desenvolverá habilidades como paciência e persistência desde muito pequeno. Assim, brincar com crianças da mesma idade ou maiores não fará diferença. Aí sim, seu filho será maduro o suficiente para enfrentar os desafios da aprendizagem formal e todos as adversidades que a vida trouxer!

 

5. Sim, toda criança saudável tem muita energia . Mas usar essa frase na frente do seu filho quando ele está se comportando de forma inadequada, em locais públicos ou na casa de amigos e familiares traz prejuízos para a própria criança. Primeiro, porque o que ela assimila ao ouvir repetidas vezes essa fala dos pais é que este comportamento é o que esperam dela. Segundo, porque depois de ouvir das pessoas em quem ela mais confia que ela “não consegue parar quieta”, isso se torna a verdade na qual ela também passa acreditar. Na rotina da família, acostumam-se com um ambiente sempre agitado e estressante. A realidade é que elas não são crianças que têm sobra de energia. São filhos com falta de habilidades. Falta paciência, capacidade de concentração, persistência, resiliência. O alerta acaba vindo na fase de alfabetização, na escola. Neste momento, desesperados pela dificuldade da criança em aprender a ler e escrever, dá-lhe correr atrás de diagnóstico que possa trazer um certo alívio. Mas, na grande maioria dos casos, não há déficit algum – a não ser o de limites e competências de convívio social. A dica é ajudar seu filho a criar o hábito de fazer somente uma coisa de cada vez. Sentou para assistir à televisão, os brinquedos ficam guardados. Quer brincar sentado no sofá, então desliga a TV. Quebra-cabeças, pintura e desenho são ótimas atividades para ajudar a desenvolver o auto controle. Sempre é tempo de ensinar uma criança a ser paciente, a respeitar as regras de convivência em grupo, a se esforçar, a tentar diversas vezes até conseguir. É sempre gratificante demais ver um filho descobrir que tem dentro de si todos os recursos para fazer da aprendizagem formal um grande prazer. As ferramentas estão guardadas ali, dentro do seu filho. A chave para canalizar para o bem toda essa energia, só você tem, pai/mãe!

 

            

 

 

Férias produtivas, final de ano sem estresse na escola!

Você já parou para pensar na diferença enorme que existe em relação ao número de objetos que temos em casa nos dias atuais se comparado com nossos avós?

Nem precisa ir tão longe no passado. Pense na cozinha de sua casa quando você era criança. Ou na sala, no seu quarto também.

Os lares possuem hoje uma quantidade muito maior de utensílios. As crianças têm mais roupas, calçados e brinquedos do que nós possuíamos. Seja qual for a classe social a que você pertence, você tem mais do que seus antepassados possuíam dentro de casa.

Nosso cérebro está sobrecarregado com a quantidade enorme de informações às quais temos acesso o tempo todo.  Esquecer compromissos e perder objetos de uso pessoal são mais comuns do que eram no passado, exatamente pela dificuldade que é para nossa mente lidar com tanto estímulo simultaneamente.

Um ambiente organizado agiliza a tomada de decisão, ajuda na concentração e acaba por deixar nossa memória operacional com mais espaço livre.

Como nossos filhos nasceram e crescem no meio dessa avalanche que é a vida moderna, isso se reflete cada vez mais na relação que eles desenvolvem com os estudos. A falta de paciência e baixíssima capacidade de concentração podem ser amenizadas com uma nova organização dentro de casa.

Uma quantidade menor objetos que não são utilizados à vista ajuda a manter o cérebro focado e pronto para se concentrar. Roupas e material escolar organizados geram menos necessidade  de gasto de energia e deixam a capacidade da memória operacional livre para ser usada nos estudos.

Tudo isso explicado para convencer você, responsável, de que vale a pena aproveitar alguns momentos das férias para colocar seu filho para arrumar os armários, os brinquedos, os pertences pessoais!

As férias de inverno podem ser uma excelente oportunidade para tirar o que não se usa mais, doar agasalhos e outros bens para ajudar famílias necessitadas, transferir para primos mais novos aquilo que já não faz mais sentido para seu filho na idade atual.

Combine um dia para cada cômodo da casa e, ao final das férias, todos se beneficiarão de um lar com espaços mais livres e organizados . Além disso, outras habilidades serão desenvolvidas e o reflexo virá em um segundo semestre mais produtivo nos estudos!