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Não adianta torcer para seu filho “pegar uma professora boa” esse ano você não colocar atividade física como parte da rotina a partir de agora.

Pense em quanto movimento existia na sua vida desde a infância. Mesmo nas situações corriqueiras como ir até a locadora, e depois ter que voltar para devolver a fita ou DVD, estávamos nos movimentando. Brincadeiras que antes envolviam correr, pular, andar de bicicleta foram aos poucos se tornando momentos raros ou desaparecem aos poucos da vida das crianças. As consequências disso são terríveis para nossos filhos. Não só para a saúde física como também para o desenvolvimento cognitivo e das habilidades socioemocionais.



Precisamos garantir que nossos filhos tenham atividade física frequente, mesmo que não seja possível pagar uma academia, com profissional especializado. Aquela caminhada no final do dia, um tempo para andar de bicicleta, skate, patins, ou simplesmente brincar no playground do prédio com os colegas já ajuda e muito. É este o momento de inserir a atividade física como parte da rotina semanal da família. O ideal é já experimentar com horários que serão compatíveis com a rotina escolar. Caso seu filho seja ainda pequeno, nada de esperar que ele defina o que vai fazer. Essa responsabilidade é nossa, dos adultos responsáveis. E seja qual for a idade do seu filho, nada de querer que ele decida se a atividade vai caber na rotina semanal ou não. Esse item deve estar no topo da lista das prioridades, não como um item opcional que vai entrar “caso sobre tempo”. Outros cursos extra é que devem ser encaixados na agenda, sempre lembrando que deve sobrar tempo para brincar e para não fazer nada também! Os resultados positivos virão em todos os aspectos da vida em família e na relação positiva com a escola ao longo do ano.


Qual o maior desafio que você está enfrentando nesse período de volta às aulas? De 31/01 a 03/02, às 21h, faremos Lives no nosso Instagram (@soseducacao) para responder as dúvidas enviadas por vocês! Vamos juntos para um ano letivo de sucesso em 2022!!!


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Sabe aquele tormento em que se transforma a saída para a escola, a hora da tarefa em casa ou a fase de adaptação, caso seu filho esteja entrando agora na escola? E também aquele sufoco todo quando chega época de provas ou reta final do ano? Tudo isso pode ser evitado se você aproveitar a última semana de férias para fazer alguns ajustes na rotina dentro de casa. Deixar para cuidar dos aspectos que têm alto impacto na aprendizagem depois que as aulas começam gera somente consequências negativas, tanto para os filhos quanto para os pais. Ao longo da semana vamos fazer a contagem regressiva para o volta às aulas. Vamos abordar os cinco principais aspectos da rotina que precisam ser gradativamente alterados aí dentro da sua casa para que o ano letivo flua mais suave e traga bons frutos.



1. A partir de hoje, casa toda desconectada e todos na cama 30 minutos mais cedo. A questão não é seu filho aceitar. É vc entender que essa responsabilidade é sua!


O sono é um dos fatores com maior impacto na capacidade de adaptação e aprendizagem das crianças e adolescentes. E também um dos elementos da rotina que mais sofrem alteração ao longo das férias. É preciso tempo para que o corpo se ajuste a uma mudança de horários na rotina, especialmente para conseguir pegar no sono. Deixar que toda a família siga até o final de semana que antecede o retorno das aulas no mesmo ritmo das férias, prejudica muito a relação que seu filho terá com os colegas, professores e com a aprendizagem. Não bastassem os prejuízos no envolvimento dentro da escola, há também um problema ainda mais profundo. Quando deixamos para mudar os horários de ir para a cama e acordar para a semana em que as aulas começam, reforçamos nos filhos a sensação de que a escola é o problema. Isso porque até o dia em que as aulas começaram, todos dormiam até que o sono tivesse acabado. E parece que a escola é responsável pela sensação de cansaço e mal estar. Porém, dormir menos é o verdadeiro causador da mudança de humor. Começar a fazer hoje este ajuste dá um prazo tranquilo para que todos possam manter o número de horas de sono necessário para um dia cheio de energia. Tudo bem que nos primeiros dias todos vão se deitar ainda sem sono. O importante é ajudar o corpo a se ajustar ao longo dos próximos dias. O desafio maior: os pais entenderem que isso não é uma negociação, que tudo bem os filhos reclamarem, mas que a responsabilidade é dos adultos e nãos das crianças para fazerem essa mudança. Sem dó, sem culpa: a capacidade de se antecipar aos problemas e gerar dias mais tranquilos a partir da próxima semana ainda não está desenvolvida no seu filho. É nosso papel como pais fazer esses ajustes!


2. A escola não é o Templo dos Milagres. Ou você insere leitura, escrita e desenho na rotina do seu filho, ou começa a se preparar para um ano letivo tenso!


É hoje o dia de garantir que lápis, papel, caneta e livro façam parte da rotina aí da sua família. Precisamos muito ajudar nossos filhos a entenderem que não escrevemos porque a professora quer. Que não lemos para tirar nota. Que não estudamos para conseguir entrar em uma boa faculdade. Tudo aquilo que aprendemos tem como principal objetivo nos tornar capazes de construir o futuro que desejamos ter. Dizer não e ser capaz de conquistar respeito quando não concordamos com alguma situação. Enxergar além da aparência, ouvir além das palavras, saber diferenciar discurso vazio de atitudes coerentes. Pode distinguir entre o bem e o mal, o bom e o ruim. Acreditar que somos capazes de viver em sociedade e respeitar diferenças. Tudo isso é superpoder que seu filho conquista a partir dos conhecimentos que desenvolve. A melhor escola do mundo não tem como ajudar seu filho a desenvolver todo potencial que está ali, esperando para ser estimulado sem a participação da família. Deixar para exigir uma rotina que inclui leitura, desenho, escrita somente depois do início das aulas é ratificar na cabeça do seu filho que isso tudo é para a escola e não parte da vida. O desafio para os pais é parar de pedir aos filhos que saiam do computador/tablete/celular. Ao invés disso, só avise que está na hora de desligar os equipamentos e que seu filho pode escolher entre ler, brincar de Stop, escrever uma página de um diário, fazer palavras cruzadas, jogar Detetive, Imagem&Ação, Soletrando, Jogo da Memória, dominó, baralho, War, Jogo da Vida e o que mais mesmo que você tem por aí ou jogava quando era você o filho estudante?


3. Dica para garantir que seu filho reclame da escola o ano todo: praticar o lema “meu filho, eu cuido de tudo. Sua única obrigação é estudar!”


Toda criança e todo adolescente precisa de responsabilidades compartilhadas dentro de casa. Ao arrumar a própria cama, guardar os brinquedos, tirar o prato da mesa e ajudar com as compras do supermercado, seu filho desenvolve diversas habilidades que são fundamentais para um relacionamento positivo com a escola e com a aprendizagem. Autoestima, paciência, capacidade de lidar com a frustração, eis apenas alguns exemplos de habilidades que não podem ser ensinadas na teoria ou com discursos. Não importa o quanto sua intenção seja boa, seu filho não vai desenvolver a responsabilidade necessária para estudar se não tiver praticado essa habilidade antes, na rotina da família. Se bate aquela peninha porque ele está de férias, pense que todos continuam a comer, sujar roupas, espalhar brinquedos e calçados. E alguém está sobrecarregado organizando tudo isso. Não há relação alguma entre férias escolares e rotina que faz parte da vida. Quando deixamos para compartilhar a responsabilidade depois que as aulas começam, passamos a mensagem de que a escola é a vilã que vem tirar o sossego inclusive dentro de casa. Se tiver reclamação, reconheça que às vezes é chato, mas não gaste sua energia com longas explicações. Nesse momento seu filho precisa assumir como dele as tarefas que você compartilhar. Vamos lá: hora de respirar fundo e ajudar seu filho a voltar para a escola com o senso de responsabilidade em nível capaz de ajudar no aprendizado ao longo do ano. Qual a maior dificuldade em conseguir que seu filho cumpra as responsabilidades que são dele? Deixe sua dúvida nos comentários que vamos ajudar neste desafio!


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Estamos errando feio ao definir a função da pessoa que fica com nossos filhos enquanto trabalhamos ou fazemos atividades que não envolvem os filhos.

Fazemos uma grande confusão ao deixar o sentimento de culpa por ter que deixar o filho falar mais alto do que a responsabilidade por educar. Na prática, isso acontece quando exigimos ou deixamos que a pessoa que vai ficar com nosso filho passe a servir ao invés de cuidar dele. Cuidar é atentar, ter interesse, zelar, tomar conta. E cuidar envolve dar carinho, atenção, passar sensação de segurança e educar.



Tanto uma babá, quanto os avós dividem hoje esse papel com os pais. Nos dois casos, é comum que esse objetivo de “cuidar” acabe sendo substituído pelo “servir”. E aí, não importa a motivação ou intenção do cuidador, a criança ou adolescente acaba tendo sua educação prejudicada. Uma criança que cresce com o pressuposto de que ela deve ter alguém para servi-la tem sérias dificuldades para se adaptar na escola, no relacionamento com os colegas, no respeito a regras de convívio social. Além disso, crescem com auto estima baixa, em geral encoberta por uma grande insegurança disfarçada de carência ou arrogância. Conforme ela cresce, outras pessoas passam a sofrer também as consequências da baixa auto estima que tem uma criança que só aprendeu a esperar que alguém a sirva. Professores, colegas de sala, os próprios pais, avós e cuidador/babá: todos envolvidos em um tsunami de emoções e habilidades que não encontram uma base sólida na qual possam se equilibrar.


Vamos falar sobre a diferença entre “cuidar” e “servir” a partir de rotinas que fazem parte do cotidiano de uma família. E vamos juntos fazer o máximo para que seu filho seja muito bem cuidado e que jamais dependa de alguém para servi-lo com a felicidade que só ele mesmo poderá construir!


  1. Seu filho precisa de alguém para CUIDAR dele, não de alguém para SERVIR a ele!


2. Ensinar seu filho a se vestir sozinho talvez seja um dos melhores presentes que você pode dar a ele.


3. Seu filho guarda os próprios brinquedos? Entenda a relação disso com o aluno que ele será!


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