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Que tal dar ao seu filho as férias perfeitas? 



Um dos grandes desafios que pais, mães, avós, adultos responsáveis vivem durante o período de férias escolares é vencer o sentimento contínuo de não estar conseguindo dar aos filhos as férias perfeitas.

Há sempre algo que gostaríamos de fazer, mas que acaba se transformando em um emaranhado de frustrações. Algumas vezes por parte dos próprios filhos, que acabam estressados, revoltados, bravos, ou porque planejamos fazer o que eles não queriam, ou porque não podemos realizar ou deixar que façam tudo o que gostariam. Não tem jeito: as férias seguem refletindo as contradições que são parte da vida. 


Para aquelas crianças cujos pais planejam viagens longas, para destinos diferentes, há sempre as reclamações típicas de quem vive em constante clima de abundância. Tudo parece difícil. Tudo parece cansativo e entediante demais. Ao invés de aproveitar as paisagens, os parques, os passeios e as oportunidades infinitas de diversão e novas descobertas, prevalece o tédio, as reclamações em relação ao trânsito, fila, calor, a comida que não é a predileta, a bateria do celular que está acabando, o contratempo de ter que parar um game em pleno desafio. E a volta para casa acaba por se transformar no momento mais gostoso, quando vem a sensação boa de que tudo voltou ao normal. 


Para aqueles que não têm a oportunidade da viagem de férias, há algumas variações, mas o tédio de não saber o que fazer, não ter com quem brincar e querer sempre alguém tentando tornar todos os momentos do dia divertidos é cada vez mais comum. Enquanto isso, alguns pais se desdobram entre dar conta do trabalho, ao mesmo tempo que fazem o malabarismo de manter os filhos seguros e entretidos de alguma forma, a cada dia tirando um coelho da cartola. 

Em ambos os casos, essas crianças são ainda privilegiadas, pois têm na família os adultos que se preocupam em tornar o mês de férias em uma época mais leve, com menos cobrança e mais opções do que simplesmente ficar nas telas.

Infelizmente ainda existem muitas crianças e adolescentes que, durante as férias, passam, ao invés de somente meio período, o dia todo sozinhas, vagando pelas ruas próximas ou dentro de casa, buscando entre elas mesmas alternativas para vencer esse mês, até que as aulas voltem. 


O ponto em comum entre essas três realidades é que, para todas essas famílias, apesar das diferenças, existe uma fórmula única para garantir as memórias boas que tanto sonhamos que nossos filhos levem das férias. A sensação de que “foi legal” e “seria bom ter mais um pouquinho disso” não fica marcada por nada que possa ser comprado. E nem requer mães e pais que não trabalhem. Ou que tirem o mesmo período completo de férias dos filhos. O que existe de mais escasso na vida de crianças e adolescentes hoje são as oportunidades de conexão com os pais e adultos responsáveis: avós, tios, padrinhos. Ótimos se você puder investir em uma viagem inesquecível para toda a família. Excelente se você puder tirar férias para ficar em casa com sua filha. Mas o que vai ficar na memória e no coração para a vida toda, e que vai impactar o segundo semestre escolar de forma positiva são os momentos exclusivos, sem interferência de telas, que vocês tiverem juntos. Um jantar em família. Uma noite de jogos de tabuleiro. Outra de cinema em casa. Aquele passeio a pé pela vizinhança. A visita na casa da avó, com vocês levando um bolo para o café. Aquele final de tarde com amigos e primos reunidos em casa, ou em uma praça. Momentos simples, que ninguém e nada poderá tirar de vocês, jamais.

Férias perfeitas são aquelas que deixam um sabor gostoso de paz e tempo em família. Conheça a plataforma SOS Família-Escola. Clique Aqui.


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