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Reta final do ano letivo, filho com notas baixas: 3 estratégias para reverter essa situação.

Já podemos enxergar o final do ano letivo logo ali na frente. Muitos pais estão desesperados, pensando em como vão correr contra o tempo em relação às notas que os filhos precisam tirar nas provas finais.

Até esse momento, muitos deles foram vivendo uma montanha russa de emoções em relação ao envolvimento dos filhos com os estudos. Algumas vezes levando sustos com notas baixas e bilhetes da escola, outras se consolando com uma nota ali, raspando na média, sinalizando a esperança de que a situação ia mudar para melhor.


Eis que chega o mês de novembro. De repente os pais entram em pânico ao perceber que restam algumas semanas de aula e lá se vai mais um ano letivo.

Olham para o lado, com aquele frio na barriga e enxergam seus filhos ali, tranquilos, como se não tivessem a mínima ideia do grande desafio para o pouco tempo restante.


Temos duas boas notícias para acalmar seu coraçãozinho, queridos pais e mães. A primeira é que ainda há sim tempo suficiente para fazer um final de ano sem sustos e notícias desagradáveis. E a segunda é que seu filho não está necessariamente sentindo aquilo que deixa transparecer. As chances são enormes de que ele esteja tão ou mais preocupado do que você. Contudo, não sabendo como sair dessa situação, acaba por entrar no modo “deixa como está, para ver como é que fica”.


É agora o momento de fazer ajustes na rotina da família, para criar um ambiente que favoreça a virada que pode ser feita se vocês agirem juntos.


Aí vão 3 dicas de como ajudar seu filho a assumir o controle e tirar o atraso em relação aos estudos:



  • Adequar o horário de sono – dormir bem é uma das principais formas de preparar o cérebro para que a aprendizagem ocorra de forma tranquila e consistente. A tendência de estudantes que tiveram desempenho abaixo do esperado até este momento é ter uma rotina de sono descontrolada. Dormem menos tanto pela ansiedade quanto pela busca de atividades que ajudem a relaxar e esquecer o sufoco que estão passando na escola. E isso acaba por atrapalhar ainda mais o desempenho escolar. Ajude seu filho a retomar a rotina de pelo menos oito/nove horas de sono a cada noite. Combine que ele vai para a cama 30 minutos mais cedo a cada semana, até que tenha retomado o número de horas necessário. Para que seu filho consiga dormir mais cedo, será necessário um esforço conjunto de toda a família. A tecnologia acaba por gerar estímulos que retardam o relaxamento necessário para que ele possa dormir. O ideal é você combinar com ele o horário em que todos os aparelhos serão desligados. Caso ele não cumpra, você assume seu papel de responsável e desliga, sem sermões ou brigas – simples assim!


  • Definir um horário fixo para a tarefa e estudo – estudar no mesmo horário é uma ótima técnica para tornar essa prática uma parte da rotina diária. Combinado o horário, que pode respeitar características do seu filho, como a necessidade de descanso depois da aula ou a brincadeira com amigos do prédio no final da tarde, resta organizar os horários de todos para que seja cumprido o horário definido como a hora do estudo. No horário definido como horário de estudo, todos os equipamentos de tecnologia devem estar desligados. Caso precise do computador para alguma tarefa ou para acessar a agenda escolar, primeiro faz isso e desliga toda a tecnologia para se concentrar na lição ou no estudo.



  • Descobrir que nota você tiraria nas provas do seu filho – muitas vezes tudo o que o filho precisa é de um incentivo diferente, altamente motivador e desafiador. Que tal propor que seu filho prepare provas para você exatamente das matérias em que ele tem as notas mais baixas? Não se preocupe com a nota que você vai tirar. O importante é a energia que ele vai encontrar para preparar as provas para você e o quanto vai ter que se dedicar para pensar nas questões. Mais que isso, para corrigir e dar a nota, ele vai ter que buscar as respostas nos materiais da escola – apostilas, livros, cadernos. E não há melhor maneira para estudar do que precisar do conteúdo para corrigir a prova, ao invés de ser o alvo da correção. O bônus dessa dica é que seu filho relaxa em relação àquele medo da “prova”. Se ele mesmo já preparou algumas e corrigiu, cai aquele mito de que a prova é algo inatingível para um aluno. Não se preocupe se você realmente não souber o conteúdo. Arrisque alguma resposta. E se for aquela matéria que é sua especialidade, capriche em algumas respostas e erre outras, para dar a ele o trabalho de buscar a resposta correta na hora de corrigir.


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