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Se deveria ser a época mais bonita do ano, de onde vem esse estresse tão grande?


Não é só você. As festas de final de ano geram em muitas pessoas aquela tempestade de sensações e pensamentos estressantes. Os motivos variam e se sobrepõem. Ao longo do ano, perdemos pessoas queridas que deixam saudade. O primeiro Natal e começo de um novo ano depois da morte de entes queridos traz muitas memórias que mexem com todas as nossas emoções. Há outras perdas que também geram tristeza profunda, como um divórcio ou a mudança de um filho para um país distante. É nesse período que fazemos um balanço do rumo que nossa vida seguiu. E diante das expectativas que colocamos em aspectos da vida sobre os quais pouco podemos agir, lá vem aquela sensação de fracasso ou de impotência diante dos desafios que não tiveram o desfecho que gostaríamos. Ok, já seria o suficiente. Mas tem o aspecto financeiro, que gera uma frustração enorme diante da visão tão comercial que acabou tomando conta das festas de final de ano. Bate aquele desespero ou por não poder presentear os filhos de acordo com a expectativa criada. Coloque aquela pitada de desentendimentos em família, seja por opiniões políticas divergentes ou por acontecimentos que ficaram mal resolvidos ao longo do ano. Pronto. Está aí a explicação para esse aperto aí no peito, que só aumenta conforme a contagem regressiva se inicia. Não dá para sumir. Nem é saudável se isolar do mundo. Mas tem sim como amenizar todo esse sufoco, tornando o final de ano um período mais tranquilo, que vai deixar boas memórias para o ano que vem logo ali na frente.

Comece por pensar que nem mesmo Papai Noel atende a todos os pedidos que recebe. Aprenda a dizer não.


O excesso de compromissos, festas, confraternizações, corrida para as compras, preparação para receber parentes e amigos em casa gera estresse. As festas de final de ano coincidem com o limite de nossa energia, depois de um ano inteiro corrido e logo na sequência do cansativo final de ano escolar. No embalo do ano, acabamos nos sentindo pressionados a dizer sim para tudo e todos. Acaba não sobrando o tão sonhado momento de paz dentro de casa. Na tentativa de atender a tantas demandas, o corpo sente o impacto e reclama. Mas fingimos não ouvir.


Alguns dos sintomas que sinalizam um final de ano estressante são: dor de cabeça constante, dificuldade para dormir, fadiga, dificuldade de concentração, alteração constante de humor e sensação de ansiedade e depressão. Escute seu corpo. Reconheça, sem culpa, que está na hora de colocar um botão de “não” disponível na sua mente, para ser usado com mais frequência. Tire agora mesmo da cabeça a ideia de que você tem que estar disponível porque é uma época do ano para se doar. Você pode ser solidário e mesmo assim estabelecer limites que precisam ser respeitados. Dizer não, de forma simples e delicada, é um aprendizado que se torna natural com a prática. Está em seu poder tirar das suas costas tudo aquilo que sobrecarrega, que desgasta e esgota. Pense neste “não” como uma escolha: ou você está disponível para as demandas externas, ou consegue ter um final de ano com energia e paciência com seus filhos. A memória que as crianças levarão dependem muito mais dos momentos tranquilos que vocês têm juntos do que das festas e presentes que receberão.


Pode acreditar: para cada “não” consciente que você dá lá fora, vários “sim” sobram para você mesma e para seus filhos em casa!



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