Buscar

É verdade que seu filho não nasceu para “esse negócio de fazer aula a distância.”.

Nem ele e nem as outras crianças ou adolescentes. E também não é isso que a escola e os professores gostariam de oferecer a ele. É verdade que estar presente com os colegas da sala e a professora é muito melhor, mas não é uma realidade possível agora e nos próximos meses.

A fase do susto, do novo e inesperado passou. É hora de assumir que será assim por mais um bom tempo e fazer os ajustes necessários para que seu filho descubra que consegue sim.

A partir do Ensino Fundamental, interagir com os colegas, tirar dúvidas com a professora, assistir à explicação do conteúdo, falar sobre o que está conseguindo fazer, tudo isso pode ser feito online com um pouco de esforço. Continua a valer o pressuposto em relação ao equilíbrio no tempo. Ficar horas na tela é cansativo e prejudicial a todos: alunos e professores. Mas fazer uso do privilégio de ter um equipamento, acesso à Internet, professor fazendo seu melhor é um hábito que seu filho consegue sim desenvolver. Logo tudo isso vai passar. E as telas vão ficar como uma excelente opção de apoio para o aprendizado. As aulas presenciais vão voltar, mas a tecnologia como parte do ensino vai ficar. Seu filho consegue sim aprender online. Ele precisa aprender a se orgulhar das pequenas conquistas diárias!

Afinal, as aulas remotas funcionam? Nos primeiros meses de isolamento social, as aulas remotas foram tidas como vilãs. Famílias, alunos e professores consideravam o formato ineficiente.

Entretanto, à medida que as escolas passaram a aperfeiçoar os métodos de ensino-aprendizagem, a visão com relação ao uso da tecnologia, também mudou. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Península, em novembro de 2020, com aproximadamente 3 mil educadores das redes pública e privada, revelou que 40% dos professores concordam que os alunos estão evoluindo com o aprendizado em casa Este percentual é maior quando comparado à terceira fase do estudo, feita em agosto. Vale lembrar, porém, que a percepção dos profissionais com relação à evolução dos estudantes muda de acordo com a rede de ensino, conforme mostra o gráfico abaixo.

  1. Uso da tecnologia para estudar e aprender;

  2. Capacidade de adaptação e flexibilidade;

  3. Resiliência;

  4. Habilidade de pesquisar e ampliar o conhecimento de forma autônoma;

  5. Capacidade de organizar a rotina de estudo com autonomia e responsabilidade.

Tais competências são essenciais para o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes e os preparam para os diversos desafios que encontrarão ao longo de suas vidas. 

A importância da parceria entre escola e família na pandemia

Nesta pandemia, a relação entre escola e família – que andava um tanto distante – se estreitou. Isso porque os pais tiveram que adotar um papel mais ativo na educação dos seus filhos, participando e se envolvendo nas atividades escolares.

Tal cenário mostrou a importância da escolha da escola para o sucesso escolar e o desenvolvimento das crianças. Ao contrário do que muitos pais pensam, manter um vínculo com a escola, é fundamental para que os pequenos possam dar continuidade ao processo de aprendizagem, mesmo que de maneira remota.

Portanto, se você ainda não matriculou seu filho ou está insatisfeito com a escola atual, o Melhor Escola pode ajudar você a mudar essa situação. O portal conta com mais de 8 mil escolas parceiras, desde o berçário até o ensino médio, que oferecem bolsas de estudo de até 80%.

No site você encontra quais escolas estão trabalhando com aulas online, além de verificar informações sobre infraestrutura e método de ensino. Os familiares conseguem ver também o que outros pais, alunos e ex-alunos têm a dizer sobre sua experiência na escola, dando mais segurança na hora de tomar uma decisão. 

Respira fundo que essa fase desafiadora vai passar! E vale sempre lembrar que ao longo dos últimos meses, você não trabalhou como teria trabalhado se não houvesse a quarentena. Você não dormiu como teria dormido. Não viveu nenhum aspecto da sua vida como teria vivido. E por que será que mantemos o parâmetro em relação ao aprendizado no mesmo patamar que estaria se o ano estivesse correndo normalmente?

Enquanto você não conseguir se livrar da referência de rotina que sua família tinha antes da quarentena, vai continuar se desgastando com a escola, com a hora da aula remota, com o tempo de tecnologia dos filhos.

É preciso aceitar o “bom” como suficiente nesse momento. Esqueça a busca pela perfeição e será mais fácil ajustar pontos da rotina que vão trazer equilíbrio e paz dentro de casa. 

Faz alguns anos que vivemos tempos de altíssima cobrança dos próprios pais/mães em relação ao tipo de parentalidade que exercem. Mesmo antes da gravidez, os planos incluem perfeição em todas as fases do filho. E apesar da busca pela perfeição, os pais sempre acham que não estão fazendo o suficiente.

O mesmo acontece em relação à escola. A pesquisa começa bem antes. Primeiro o boca a boca. Depois visitas em escolas e inúmeras perguntas para tentar garantir a escolha correta. Ainda assim, depois que os filhos se tornam alunos, termina a fase do namoro e vem a longa jornada em estado de alerta, sempre tentando antecipar qualquer falha da escola. Ou partir para a investigação quando há qualquer fala dos filhos que possa denotar desagrado. Assim seguiam as famílias, até que fomos pegos de surpresa, com os filhos em casa, em tempo integral.

Além do grande peso que esses meses de fato trouxeram, somos vítimas de nossa própria autocobrança pela perfeição. Não é de surpreender que, especialmente as mães, estejam no limite da sua energia e equilíbrio emocional. O grande problema é correr para o extremo contrário, quando aquilo que desejamos não é factível. Ao descobrir a imperfeição dos filhos como alunos e da escola, porque é feita de pessoas, reagimos com atitudes que acabam por prejudicar tanto nossos filhos quanto a nós mesmos.

É hora de esquecer toda a perfeição que sonhamos poder oferecer a nossos filhos.

Até porque, eles só querem pais de verdade, não família margarina, que parece bonita na tela, mas derrete rapidinho a qualquer alteração de temperatura.

A rotina secreta das famílias está mais exposta do que nunca. Tanto a escola do seu filho como seus colegas de trabalho agora conhecem os desafios que você enfrenta na educação do seu filho. É hora de respirar aliviada por não precisar mais parecer a família do comercial de margarina!

É hora de se livrar daquela tradição que trouxemos dos nossos antepassados que não acrescenta em nada: a necessidade de passar uma boa impressão. Até porque, mesmo que você tenha conseguido dar aquela enganadinha, depois de seis meses com aulas e reuniões online, sua realidade já foi exposta.

O melhor é aproveitar para aceitar que ter uma família perfeita é impossível. E parecer uma família perfeita é extenuante! Pode até ser possível manter uma calma extrema durante os momentos em que nossos filhos aprontam fora de casa. É mais fácil dizer um “não filho, subir aí não pode” com um sorriso no rosto, mesmo que o sangue esteja fervendo por dentro, quando sabemos que teremos tempo depois, em casa, para perder a calma. E mais tempo para o remorso do que julgamos excesso no dia seguinte, quando o filho vai para a escola, ou quando saímos para o trabalho. No entanto, quando todos esses momentos acontecem no mesmo cenário, por meses e meses, não dá mais para seguir representando a Monja da calma.

A professora ouviu sim seu grito. Seus colegas que aguardavam na reunião viram sim você ficar muito brava com seu filho que entrou gritando no seu quarto durante a reunião de trabalho. E sabe o que eles acharam disso? Que você é uma pessoa como qualquer um deles! Está na hora de mudar só aquilo que incomoda muito você mesma.

Se acha que está perdendo a paciência com muita frequência ou exagerando no tom da voz na hora de impor limites, precisa mudar sim. Mas se está preocupada com o que estão pensando sobre sua família, pode relaxar. Se alguém está com tempo em julgar outras famílias, essa pessoa está com sérios problemas e precisa procurar ajuda. 

As aulas remotas se tornaram um dos grandes desafios que muitas famílias vêm enfrentando nos últimos meses. E por mais que ter os filhos estudando em casa tenha traga dúvidas e muito transtorno para dentro de casa, existem situações ainda mais estressantes. Muitas famílias se viram sem chão ao perceberem que não conseguiriam mais pagar a escola privada do filho.

A perda do poder aquisitivo impactou os lares em cheio. Segundo o site “Melhor Escola”, um relatório divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), no início de janeiro, o Brasil registrou uma queda média de 21% na renda mensal de trabalho.

A queda na renda familiar gerou uma situação inédita de perde-perde para muitas instituições. Perderam as escolas privadas, com a queda na receita e a necessidade da redução no número de funcionários. Perderam as famílias e alunos que já tinham uma relação de confiança com a escola e a sensação de estar oferecendo ensino de qualidade para os filhos. E vão perder também os professores e alunos das escolas públicas que, de repente, se vêm com um número ainda maior de alunos para serem atendidos, sem que haja tempo ou recurso para adaptações necessárias.

Felizmente nem tudo está perdido. Há boas notícias em meio a tantas preocupações. O ajuste necessário nas finanças da família pode ser feito sem que seja preciso abrir mão da escola privada. E para as famílias que já tinham filho na escola pública, mas seguem com o sonho da escola particular, a esperança pode se transformar em realização ainda para este ano letivo.

A Bolsa de Estudo é uma opção que está disponível e pode transformar o sonho da escola privada em realidade para muitas famílias.

Existem várias formas de adquirir uma bolsa de estudos para as crianças, confira:

1. Desempenho escolar Algumas instituições de ensino realizam concursos de bolsas a fim de selecionar alunos com bom desempenho escolar. Dependendo do resultado obtido, os estudantes são contemplados com bolsas parciais ou integrais.1.

2. Bolsa de estudo familiar

Geralmente, famílias que possuem mais de um filho matriculado na mesma escola recebem um desconto na mensalidade conforme a quantidade de crianças. Por exemplo, famílias com dois filhos recebem 15% de desconto, famílias com três filhos recebem 25% de desconto no valor total. Vale lembrar que a definição do percentual de desconto varia de instituição para instituição e nem todas fornecem esse tipo de serviço.

3. Renda

Existem colégios que oferecem bolsas de estudo para famílias que não têm condições de arcar com a mensalidade escolar. Nestes casos, a instituição avalia a situação socioeconômica da família, concedendo o percentual que achar válido.

4. Atletas

Apesar de ser mais comum nos Estados Unidos, algumas escolas destinam bolsas de estudos para alunos que se destacam esportivamente. Em contrapartida, esses estudantes representam a instituição em competições como os Jogos Estudantis Brasileiros (JEB’s) e os Jogos da Juventude. Além do suporte financeiro, os colégios também ajudam através de outros benefícios como material escolar, transporte, alimentação e uniforme.

Além dessas modalidades de bolsas de estudo, há também programas desenvolvidos pela iniciativa privada, como é o caso do Melhor Escola. Como forma de ajudar os familiares e contribuir com a democratização da educação, ampliando o acesso ao ensino de qualidade, a plataforma oferece bolsas de estudo de até 80%. Através do Melhor Escola, as famílias podem economizar entre R$3,5 mil e R$11 mil por filho a cada ano, segundo os especialistas da plataforma. Atualmente, a plataforma conta com mais de 7,5 mil escolas parceiras espalhadas pelo Brasil,  desde o ensino infantil até o ensino médio. Ao todo, o Melhor Escola possibilitou 15 mil famílias o sonho de proporcionar uma educação de qualidade para os seus filhos. 5. Como fazer para conseguir uma bolsa do Melhor Escola?

Para conseguir uma bolsa de estudos no Melhor Escola, o aluno não precisa realizar uma prova ou comprovar a renda mensal familiar. Basta acessar o site, selecionar a cidade, o bairro e a série desejada, e iniciar sua pesquisa. Lá, você encontrará informações sobre infraestrutura, metodologia de ensino, turnos oferecidos e, ainda por cima, terá acesso a depoimentos de pais, alunos e ex-alunos sobre as escolas. Após encontrar a escola ideal com o desconto que atenda as suas necessidades, você só precisará efetuar o pagamento da pré-matrícula e pronto, a bolsa de estudos do seu filho estará garantida. Sensacional, não é mesmo? Esperamos que essa dica ajude você a proporcionar uma experiência inesquecível e enriquecedora para o seu filho.

Instagram

© 2014 SOSEducação. Todos os direitos reservados.