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Mesmo que você esteja evitando demonstrar a angústia que está batendo forte depois de tanto tempo nesse clima de incerteza, seu filho é uma esponja capaz de absorver inclusive o que não vemos. Ajustando sua fala para a idade/maturidade do seu filho, é hora de ensinar a ele que é normal sentir ansiedade e tristeza algumas vezes.

Seu filho é uma esponja capaz de absorver inclusive aquilo que nós adultos não vemos. Ajustando sua fala para a idade/maturidade do seu filho, é hora de contar a ele o que é isso que você está sentindo depois de tanto tempo dentro de casa!

Naquela rotina corrida que vivíamos até dois meses atrás, os momentos de ansiedade e tristeza acabavam soterrados no meio da correria de prazos e horários a cumprir ou amenizados em um happy hour com os amigos. Ou mesmo antes que aqueles chamamentos para refletir um pouco mais sobre alguns aspectos da vida surgissem, já providenciávamos uma noite das crianças na casa dos avós para que pudéssemos relaxar.

De uma só vez foram tiradas todas as suas válvulas de escape e inseridas tramas que até pouco tempo só víamos em filmes de ficção científica. Não é que você está fazendo corpo mole. Não é você que não está dando conta de manter seu filho tranquilo. É o mundo que está há muito tempo de cabeça para baixo. E ninguém conseguiu ainda achar o botão de “arrasta” para a posição original. Mais que isso: no fundo sabemos que não tem mais como voltar àquela posição original. Tem a volta lenta e cuidadosa para a posição na qual sabemos como nos equilibrar, mas tanto o mundo quanto nós seremos diferentes no retorno. Não é pouco para que aquela turminha toda que conhecemos no filme Divertidamente esteja aprontando muito dentro da nossa mente.

E você só tem duas opções nesse momento em relação ao seu filho: ou conversa e conta que você está preocupado/a, triste, sentindo aquela ansiedade gerada pela incerteza, ou deixa que ele crie várias fantasias sobre o perigo que imagina estar correndo. Temos em mãos o poder de ajudar nossos filhos no aprendizado sobre as emoções que sentimos e como podemos lidar com elas. Se você conseguir garantir que seu filho aprenda que tudo bem falar sobre sentimentos, sejam eles quais forem, esse período já terá marcado de forma positiva a vida de vocês para sempre. O começo ideal é sempre o exemplo: se você fala dos seus sentimentos, abre as portas do equilíbrio emocional que tanto deseja para seu filho!

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Se está difícil para você trabalhar com seu filho por perto, imagina o que seu filho diria sobre a pressão que está sentindo ao ter que exercer simultaneamente o papel de filho e aluno, em um contexto tão desafiador!

É difícil lidar com a incerteza do que vai acontecer em relação ao ano letivo. Mas é preciso respirar fundo. A escola cuida disso para que você possa manter seu papel insubstituível de responsável: o suporte, o apoio, o estímulo, o porto seguro. Não gaste sua energia analisando o que outras escolas estão fazendo. Lembre-se de que esta é a escola que você confiou para fazer parte da educação que você sonha para seu filho. Sem sua confiança na escola, seu filho vai duvidar da própria capacidade de lidar com essa retomada dos estudos. O conteúdo sem os colegas, sem o calor humano das pessoas com quem ele está acostumado a conviver na escola e com a interferência da Internet que oscila a todo momento tem um sabor diferente. Ou melhor, perde o sabor.

Torna-se abstrato e de difícil “digestão”, mesmo que o professor tenha caprichado na preparação daquela aula. A capacidade de adaptação do seu filho depende muito da sua relação com a escola. Se acumular papeis é difícil e cansativo, mesmo para nós adultos, para nossos filhos é extenuante. E um cérebro em situação de estresse contínuo tem sua capacidade de aprendizado altamente prejudicada. Ser a criança ou adolescente que você já está acostumado a ver em casa é um papel que seu filho exerce de forma natural. Ser o aluno que você espera ansiosamente para ver atuando é outra coisa. Se sua ansiedade se transformar em pressão para esse aluno que agora vive aí dentro, o aprendizado será prejudicado. Só há um caminho para que seu filho saia desse momento sem cicatrizes na relação com a escola: pais e professores unidos.

Perceber que você e a professora estão unidos tira o peso de ter que assumir dois papeis simultaneamente: o de filho e de aluno. O respeito ao momento que cada um está enfrentando é a melhor lição que seu filho pode aprender agora.    

Nesse vídeo abaixo falamos um pouco mais sobre essa desafiadora sobreposição de papéis:


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Um dia tranquilo em família começa na noite anterior, com os filhos indo para a cama em horário já combinado. A responsabilidade por garantir que isso aconteça é dos pais. E os benefícios são de todos!

Noites tranquilas de sono fazem diferença no estado de humor, na energia e equilíbrio emocional de todos nós. No caso de crianças e adolescentes, o impacto é ainda maior. Uma rotina diária tranquila começa durante a noite de sono. Flexibilizar esse horário um pouquinho agora que estão todos sem aula é tranquilo. Deixar que seu filho perca essa referência de tempo e saúde é prejudicar todos os outros aspectos da rotina e do desenvolvimento físico, emocional e cognitivo. Combine hoje mesmo com seu filho, seja ele criança ou adolescente, o horário de ir para a cama. Não, você não vai dizer que hora ele tem que dormir, mas que hora tem que se deitar. Esperar o sono vir para ir para a cama é uma armadilha enorme para todas as idades. Foque no simples ato de ir para a cama.

Nesse horário combinado não entra tecnologia. Pode ler, pode pensar na vida, pode contar história, pode conversar sobre sonhos, planos, ideias. Só não pode ter sombra de internet nem passando no corredor. Não é uma questão para ser negociada todas as noites. É para combinar e cumprir. Comece explicando tudo o que for preciso e respondendo perguntas que surgirem. Proponha um horário absurdamente cedo e deixe seu filho fazer a sugestão dele. Negocie até chegar no horário que você sabe ser o ideal. E pronto. Ele participou da decisão. De agora em diante, nada de explicar e discutir o assunto todas as noites. Use sua autoridade e responsabilidade de pai/mãe e faça a regra ser cumprida. Não vai levar muitas noites para a “hora de ir para a cama” se tornar a “hora de dormir”, porque o sono virá e um novo hábito logo será formado. Além de ganhar tempo para você cuidar de si mesma/o, os dias se tornarão mais leves e seu estará se preparando para uma rotina de estudo e aprendizagem de alto desempenho e satisfação! 

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